Boletim Dominical – 27 de maio de 2007

Boletim Dominical

27 de maio de 2007
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Totalmente, completamente!

Tu queres que não tenhamos nenhuma dúvida. Tu queres que confiemos em Ti. Totalmente. Completamente. Tu queres que aceitemos a Tua ajuda, o Teu socorro, o Teu controle. Totalmente. Completamente. Tu queres que pisemos aos pés o nosso orgulho, a nossa vaidade em pensarmos que somos independentes, a arrogância de nos acharmos sempre cheios de razão.

Tu queres que saibamos que NÃO temos razão, NÃO somos independentes e somos, sim, orgulhosos, vaidosos e arrogantes, por mais que disfarcemos colocando máscaras de humildade e bondade em nossas faces.

Tu queres tomar conta de nosso coração, da nossa vida, da nossa alma. Totalmente, completamente.

Tu queres nos curar das doenças da alma e das enfermidade do corpo. Completamente. Tu queres nos libertar das trevas nas quais tentamos nos esconder de Ti.

Tu queres quebrar as raízes de amargura que apertam e confrangem nosso coração. Porque nos amas, Tu queres nosso coração. Porque nos amas.
Totalmente.
Completamente.
Para sempre.

Inês Belfort Rolim
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Boletim Dominical – 20 de maio de 2007

Boletim Dominical

20 de maio de 2007
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A rendição de um ateu

Fui criado num lar onde religião nenhuma era admitida. Durante a minha infância, não recebi qualquer educação religiosa e com a idade de 14 anos já me considerava ateu. Fora este o resultado de uma infância rude. Fiquei órfão nos meus primeiros anos e conheci o que é ser pobre durante a 1ª Guerra Mundial. Havia lido livros ateus e não era apenas uma questão de não crer em Deus ou em Jesus Cristo…Eu odiava tais noções, considerando-as maléficas à mente humana. Assim cresci com ódio à religião.
Mas, como vim a entender posteriormente, tive a graça de ser um dos escolhidos de Deus por motivos que não estão ao meu alcance. Tais motivos nada tinham a ver com o meu caráter, pois eu era muito mau.
Apesar de ateu, alguma coisa inexplicável sempre me atraía às igrejas. Era-me difícil passar por um templo sem que lá entrasse. Entretanto, nunca entendi o que se passava em tais igrejas. Prestava atenção aos sermões, contudo eles não apelavam ao meu coração. Tinha a certeza de que não havia Deus. Odiava a idéia de Deus como o Senhor a quem eu tinha de obedecer. Odiava a noção errada d’Ele que tinha em mente.
Um dia, mesmo sendo ateu muito convicto, orei a Deus. Minha oração foi mais ou menos assim: “Deus, eu sei com certeza que Tu não existes. Porem, se por acaso Tu existires, o que eu duvido, não é minha obrigação acreditar em Ti; é Tua obrigação Te revelares a mim.” Eu era ateu, porém o ateísmo não dava paz ao meu coração.
Vendo que eu era judeu, um carpinteiro me cortejou como nunca uma bela jovem havia sido cortejada. Ele viu em mim uma resposta às sua orações e deu-me uma Bíblia para ler. Eu a havia lido antes várias vezes por motivo culturais. Porém a Bíblia que ele me havia dado era de um tipo diferente. Como me disse depois, ele havia orado horas a fio, juntamente com a sua esposa, pela minha conversão e a da minha mulher. A Bíblia que ele me deu fora escrita não tanto com letras, mas com chamas de amor ateadas por suas orações. Eu mal podia lê-la. Apenas chorava sobre ela, comparando minha vida má à vida de Jesus; minha impureza com Sua pureza; meu ódio com Seu amor; e ele me aceitou para ser um dos Seus!
Logo depois, minha esposa também se converteu. Ela trouxe outras almas a Cristo e estas outras almas trouxeram ainda mais almas para Cristo e então uma nova congregação estabeleceu-se na Romênia.

Richard Wurmbrand
Do livro “Torturado por amor a Cristo”
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Confissão de Fé de Westminster

CAPÍTULO I – DA ESCRITURA SAGRADA

I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.

Ref. – Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor. 1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa. 8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.

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Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 1. Qual é o fim principal do homem?

RESPOSTA. O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.
Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.

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Boletim Dominical – 13 de maio de 2007

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13 de maio de 2007
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Amor de Joelhos

Quando uma mãe hora por seu filho, não há palavras que transmitam a realidade vívida de suas súplicas…

Ela, realmente acredita estar persuadindo Deus a ser bom para seu filho, já que a coragem se sua oração deve-se à sua certeza de que Deus também deve desejar que o garoto (garota) se afaste do pecado.

Ela toma em seu coração a mesma carga que há no coração de Deus; une sua demanda ao desejo divino.

Neste sistema de vida pessoal que forma o universo moral, ela se coloca ao lado de Deus em um jorrar urgente e criativo de amor sacrificial.
Sua intercessão é a totalidade de sua vida;
É amor de joelhos.

Harry Emerson Fosdick

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Boletim Dominical – 06 de maio de 2007

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06 de maio de 2007
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Quem crê em Jesus?

- Eu creio, sim. Claro, já li sobre Jesus. Li o evangelho uma vez e assisti o filme da vida de Cristo. Aliás há muitos livros sobre o assunto, não é mesmo? Eu sou uma pessoa religiosa.
Há tantos que indagados dizem crer em Jesus! O número dos que dizem: “eu não creio” é mesmo insignificante.
Mas, o que nos quer significar a Bíblia quando nos incita a CRER NO SENHOR JESUS? Sem dúvida, não se trata apenas de um assentimento intelectual. Entre os termos “saber” e “conhecer” há uma diferença eterna quando se refere ao Senhor Jesus. Todos nós acompanhamos através dos meios de comunicação a vida de vários personagens e deles sabemos bastante, contudo, é possível que jamais venhamos a conhecê-los. É desta maneira, pela crença intelectual, que a maioria diz crer em Jesus, mas sem o conhecer de fato. É preciso uma crença de outra qualidade. Saber o conteúdo dos evangelhos é uma coisa. Conhecer o Salvador do evangelho é outra. Acreditar que Jesus é o Caminho é uma coisa. Andar nesse Caminho é outra. À propósito, você que está lendo este texto, já conhece a Jesus? Foi Ele mesmo quem disse: “Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim…elas ouvirão a minha voz.” Pare um pouco para ouvir a Sua voz. Reflita sobre a sua fé. Estude mais a sua Bíblia. Gaste mais tempo em oração. “Hoje se ouvirdes a sua voz não endureçais os vossos corações.” (Hb. 3:7)

Rev. Josué Rodrigues
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Boletim Dominical – 29 de abril de 2007

Boletim Dominical

29 de abril de 2007
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Por que não sofrer o dano?

“Mas irá um irmão a juízo contra outro irmão, e isto perante incrédulos! O só existir entre vós demandas já é completa derrota para vós outros. Por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano? Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos!”

I aos Coríntios 6:6-8

A admoestação de Paulo é contundente. É melhor sofrer o prejuízo, a perda, o estrago, o dano, do que envergonhar o nome do Senhor com brigas contendas e litígios.

Obviamente não é pecado recorrer à justiça em virtude de alguma causa justa, após esgotarem-se todas as tentativas de um acordo, mas quando se trata do litígio entre irmãos em Cristo e muitas das vezes por situações de avareza, de mesquinharia, de ganância, onde a parte mais fraca necessita buscar socorro e pedir auxílio, então alguma coisa está gravemente errada.

Ninguém se iluda, não se pode compartimentar nossa vida na Igreja e nossas atitudes no mundo. É hipocrisia. Pague aos seus funcionário – inclusive os domésticos – todos os seus direitos, se assumiu compromissos financeiros, honre-os, não passe cheques sem fundos, cumpra a sua palavra e se necessário for sofra o dano.

Levava meus filhos para escola quando uma freada brusca do carro da frente nos levou a um acidente, nada grave, ninguém se machucou, mas por tratar-se de um carro importado, o conserto ficou muito caro. Não foi feito registro do acidente e assumir a louca decisão de não pagar o conserto era apenas uma questão de opção pessoal. Mas qual o preço da dignidade? Quanto custa a honra? Quanto estou disposto a pagar para não envergonhar o nome do Senhor?

Usarei todos os recursos que Deus me confiou, para glorificá-lo e honrá-lo. Irmãos, vivamos de modo digno do Senhor que deu a Sua vida por nós na cruz do Calvário. Se necessário for, escolha sofrer o dano.

Pr. Henrique Callado
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