Boletim – 01 de julho 2007

Boletim Dominical

01 de julho 2007
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Alcançando o alvo

“Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho…” (Romanos 8:29)
Nenhum pai ou mãe deseja que seus filhos fiquem dependentes. Todo pai acompanha o crescimento de seu filho com expectativas e sonhos. Cada passo é acompanhado de esperança. Assim também é Deus. Ele tem um plano para nossas vidas e seu objetivo é que cresçamos e amadureçamos.
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Boletim – 24 de junho de 2007

Divórcio e segundo casamento

Vivemos num tempo em que a porcentagem de casamentos que dão em divórcio não tem precedente na história. Há diversas razões que explicam esse fenômeno: emancipação financeira da mulher, individualismo exacerbado, predomínio da filosofia em que o prazer do homem está no centro da sua existência, exaltação dos postulados da ciência em detrimento dos preceitos da fé etc. Tudo isso contribui para a perda gradativa de valores outrora inquestionáveis. Nunca foi fácil manter um casamento, mas ninguém questionava se o preço pago por isso valia a pena.

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Boletim – 17 de junho de 2007

Oração de Lágrimas

Gracioso Jesus, é mais fácil eu me aproximar de ti com minha mente do que com minhas lágrimas. Não sei orar do centro emotivo da minha vida e nem mesmo como entrar em contato com esta parte de mim. Entretanto, venho a ti assim com sou.
Sinto-me triste por minhas muitas rejeições de tuas ofertas de amor. Por favor, perdoa todas as minhas ofensas contra a tua lei. Arrependo-me dos meus caminhos empedernidos e insensíveis. Quebra meu pétreo coração com as coisas que quebram o teu coração.
Jesus, passaste por tua maior tribulação em franca agonia e choraste lágrimas de dor profunda, profunda. Em memória de tua dor, ajuda-me a chorar por meu pecado… e meus pecados.
Por amor de ti e em teu nome, eu oro. Amém.

Ricahard J. Foster
do livro
ORAÇÃO, O refúgio da alma

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Boletim Dominical – 10 de junho de 2007

Boletim Dominical

10 de junho de 2007
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As Três Mesas

Estamos diante da Terceira Mesa, prepara com carinho por mãos humanas.
Coberta por uma toalha branca bordada, engomada, cuidadosamente estendida sobre os elementos. Um cálice grande, solene, quase cheio, se prepara para no devido tempo ser erguido pelo celebrante. Homens circunspectos aguardam o momento de servi-la. A congregação espera o momento de participar.
É hora de reproduzir a cena da Segunda Mesa, ocorrida há vinte séculos, longe de nós no tempo e no espaço.
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Eis a Segunda Mesa.
O cálice e o pão ali dispostos foram preparados no cenáculo por Pedro e João, a pedido do Mestre.
Ambiente diferente. Móveis, trajes, expectativas, tudo diferente. São poucos os participantes. Preside-a o próprio Senhor. Mostra aos doze o seu significado e exorta-os a terem uma Terceira Mesa, em memória dele, através dos tempos.
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A Primeira Mesa.
É a principal, razão de ser das outras porque é eterna, concebida na mente de Deus antes que o mundo existisse.
O celebrante é o pai. Os elementos são o corpo e o sangue do próprio Filho oferecidos em sacrifício pelo nosso pecado e nossa culpa.
“Ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Is. 53:5.
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Não participei da Segunda Mesa porque não pertencia ao contexto histórico daquele momento. Na Primeira estive presente, sim, porque fazia parte do plano de Deus para a redenção de toda a humanidade.
A vergonha, a humilhação e os instrumentos de morte me pertenciam, mas Ele os tomou para si. Encarou tudo, absorveu os golpes e se deu em doação completa. Eu estava lá, porém incólume.
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Volto agora à Terceira Mesa.
Quando tomo o pão e o trituro com os dentes, lembro-me de que Ele foi moído por amor de mim. E quando lanço mão do cálice e o bebo, faço-o devagarinho, porque Ele o sorveu lentamente.
É uma longa história de pecado, de perdão, de sacrifício, de arrependimento, de reconciliação e de paz.
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Três Mesas que falam de Amor.

Pb. Romeu S. Fernandes
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Boletim Dominical – 03 de junho 2007

Boletim Dominical

03 de junho de 2007
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O Evangelho sempre será vitorioso

“Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus”
Filipenses 1: 6

Por que nós, crentes nestes dias, dispomos tão pouco o nosso coração para evangelizar alguém que está perto de nós ou colaborar com os que são enviados para levar a mensagem aos que estão longe?

Podemos hesitar em responder, mas de formos sinceros, vamos descobrir que estamos infectados por um derrotismo sub-consciente e pela dúvida da vitória final do Evangelho. A Bíblia, no entanto, nos garante “aquele que começou a boa obra” vai terminá-la, ou seja, é Ele quem começa, faz e conclui a transformação no coração do homem.

Nós só somos cristãos porque Deus está trabalhando em nossas vidas desde o começo até agora. Trabalho missionário é trabalho de Deus. Se Deus não trabalhar, nada acontece, mas quando Ele entra em ação, nada O pode deter. Como diz o hino: “Ninguém detém, é obra santa”!

É tempo de aquecer o nosso coração com esta maravilhosa verdade e não perder nenhuma oportunidade de testemunhar aos que estão perto e aos que estão longe. É Deus que opera o querer e o realizar. Deixemos que Ele o faça através de nós.

Liane Reis de Oliveira
Comitê Missionário da Betânia
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