Boletim – 30 de setembro de 2007

Casamentos que Deus aprova

Um dos reflexos do analfabetismo bíblico e da secularização que a Igreja brasileira vive é o crescente número de casamentos sobre os quais se invoca a bênção de Deus, sem que haja qualquer preocupação quanto à adequação daquela relação ao plano de Deus para um casamento bem sucedido, apresentado em sua Palavra. Nenhuma decisão na vida do cristão é tão forte e digna de reflexão e convicção quanto à escolha do cônjuge, visto que será com ele uma só carne (Gn 2.24). Há um mistério profundo nessa união que a torna essencialmente espiritual, e não um mero assinar de papéis e cumprimento de formalidades, como muitos hoje a tratam. As Escrituras não nos permitem pensar que o Senhor abençoa qualquer união, por isso apontamos aqui os dois princípios para um casamento debaixo da Sua bênção que, ao nosso ver, mais caíram no esquecimento da Igreja.
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Oficiais eleitos

Conselho

Presidente: Pr. Efraim Davies de Vasconcelos

Vice-presidente: Presb. Amós Gomes

Secretário: Presb. Marcos Henrique Filgueiras

Representante no Presbitério: Presb. Carlos Henrique Cabral Lopes

Suplente no Presbitério: Presb. Ronaldo Costa Mothé

Demais integrantes:

Presb. Carlos Alexandre Galhano

Presb. Marcos Otávio Souza

Presb. Paulo Nunes Pereira

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Junta Diaconal

Presidente: Diác. Afonso Roberto Vasconcelos

Diác. Carlos José Rosa da Silva

Diác. Edvaldo do N. Silva

Diác. Ézio Alves de Amorim

Diác. Fábio de Biasi Cordeiro

Diác. Rafael Rangel

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Tesoureiro

Diác. Ézio Alves de Amorim

Boletim – 23 de setembro de 2007

3ª Conferência  Missionária

“Poder para Testemunhar”

…mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
Atos 1.8

Manhã:

Miss. Jeane Francine Villon – Presidente do Trabalho para Missão Evangélica Caiuá no Rio de Janeiro.

Noite:

Rev. Cláudio Paranhos – Projeto Crescer.

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Boletim – 16 de setembro 2007

Reencontro

Era como filho pródigo
Mas sem querer voltar
Pois das delícias da vida
Pensava aproveitar

Afinal a quem iludia?
Ao meu eu verdadeiro?
Quando meu amor se foi
Chorei em desespero

Numa tristeza da vida
Dessas que alguns têm
Me vi só e abandonado
Não me restara ninguém

Passando por uma rua
Uma irmã encontrei
Era tudo que não queria
Então a rua atravessei

Mas ao sorriso ela veio
E também atravessou
Dizendo: – querido irmão
A gente se encontrou!

Abaixei a cabeça e ouvi
Porque não conseguia falar
A vergonha que senti
É difícil imaginar

Era a mulher à minha frente
Que estava a falar
De um culto, de um evento;
Queria me convidar…

Meu coração tão doído
De saudade daquele descanso
Dos que crêem em Jesus
De ter em Deus seu remanso

Foi então que no domingo
Roupa  passada  com esmero
Pensava esconder o meu pranto
Na frente de um espelho

O louvor já começara
Quando na Igreja entrei
Sorriram e me abraçaram
E na cadeira me sentei

Cantava tão lindo o povo
Que fui também fazendo parte
E ao Senhor entregando
A música da minha arte

O povo cantava louvores
Os teus dons sendo ressaltados
Oraram baixinho ao canto
No Senhor maravilhados

Pensei que tolo eu fui
Ao desprezar tanto encanto
De ser pelo Espírito tratado
E esquecer de vez o meu pranto

Por fim o que aconteceu
Foi que pra igreja voltei
Cantei, louvei e senti
E em pouco me casei

Agora somos mais que dois…
Lá em casa louvamos ao Rei
De desespero não choro mais
Pois Jesus reencontrei………

Maria Inês Linhares

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Boletim – 09 de setembro 2007

Tranqüilidade

“Há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.     Eclesiastes 3:1

Há uma expressão bíblica que sabiamente exorta o povo de Deus, dizendo: “Na tranqüilidade e na confiança estaria a vossa força, mas não o quisestes” (Isaías 30:15).
A palavra “tranqüilidade” parece que tende a desaparecer de nosso vocabulário. Domina a ansiedade, vive-se numa constante correria como se o tempo fugisse de nós e vivêssemos a persegui-lo.
Como seria bom se parássemos um pouco para pensar, para meditar sobre a sabedoria que encerra a Palavra de Deus.
“Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.
É como se alguém nos dissesse com muita autoridade: – “Para que correr tanto? Para que tanta ansiedade?”.
“Trabalha serenamente. Nas horas de descanso, repousa cheio de confiança. Nas horas de recreação, diverte-te sobriamente. E prossegue a tua carreira com alegria, sem amofinar-te, porque há tempo para todas as coisas”.
O tempo não amadurece antes do tempo e somente a seu tempo desabrocha a flor.
Descubramos o valor da “tranqüilidade” e aprendemos que “há tempo para todo o propósito debaixo do céu”.
Assim viveremos melhor.

Maria José de Almeida Elias

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Nota histórica

Desde Julho de 1643 até Fevereiro de 1649, reuniu-se em uma das salas da Abadia de Westminster, na cidade de Londres, o Concílio conhecido na história pelo nome de Assembléia de Westminster. Este Concílio foi convocado pelo Parlamento Inglês, para preparar uma nova base de doutrina e forma de culto e governo eclesiástico que devia servir para a Igreja do Estado nos Três Reinos.

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