1 Coríntios 12 a 14
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1. SOBRE O ESTUDO DOS DONS ESPIRITUAIS
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1.1 É assunto importante, e não devemos ignorá-lo (12:1).
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A ignorância traz insegurança e leva freqüentemente a erros e desvios doutrinários perigosos.
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1.2 A fonte inerrante de instruções sobre o tema é a Bíblia, exclusivamente.
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As demais fontes, bem como as experiências pessoais, devem ser analisadas à luz das Escrituras – e não o contrário.
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1.3 Não é assunto que componha a coluna central, ou “espinha dorsal” da fé cristã reformada.
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Quanto a isto não há consenso entre os diversos grupos denominacionais. Porém, como a igreja local, buscamos uma identidade própria e definida sobre o assunto, o que é fundamental para o fortalecimento da igreja.
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1.4 O “fenômeno carismático” tem três origens definidas:
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Conforme I Co. 12:3 e I Jo. 4:1-6:
- a mente humana, o coração humano, enfim, o próprio homem;
- a falsificação das trevas, do diabo e seus demônios;
- o Espírito Santo (12:7), que vem conceder os dons genuínos à igreja.
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As duas primeiras fontes citadas são espúrias, e, obviamente, devem ser identificadas e rejeitadas.
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2. DEFINIÇÃO DE “DOM ESPIRITUAL”
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São ferramentas de serviço, com as quais o Espírito Santo capacita a igreja para o seu próprio crescimento em amor. Representam uma capacitação especial, sobrenatural, que os membros do corpo de Cristo recebem do Espírito Santo para o desempenho de seu serviço no reino de Deus, em particular na igreja. Não são talentos naturais, mas operações do Espírito Santo que pertencem à ordem da redenção – e não da criação –, ainda que um não redimido possa apresentar manifestações autênticas aqui e ali. Examine os textos de Efésios 4:7-16 e Rm 12:6.
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3. DESCRIÇÃO DOS DONS MAIS COMUNS
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Devemos observar que as listas contidas nos textos no Novo Testamento não são normativas ou exaustivas quanto aos dons. Um certo texto focaliza alguns poucos dons que, por sua vez, não são citados em outro texto mais completo, escrito em contexto, e assim por diante. Examinemos os textos de I Co 12:8-10 e 28-30; Rm 12:6-8; Ef 4:7-11: I Pe 4:10, 11.
Vamos focalizar a atenção somente nos nove dons citados em I Co 12:8-10. Não é fácil a tarefa de compreender perfeitamente o significado e o modus operandi de cada um.
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3.1 Dons de conhecimento
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a) Palavra de sabedoria
“Capacidade dada pelo Espírito Santo de governar o Evangelho em sua administração para vantagem e progresso da verdade.” Trata-se de uma capacidade especial para falar em defesa do Evangelho.
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b) Palavra de conhecimento
“Uma luz e compreensão das Escrituras muito elevada e a capacidade de comunicá-las aos demais pelo ensino.” Certamente deve também relacionar-se a segredos não revelados em vidas de outrem, como Atos 5:1-11.
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c) Discernimento de espíritos
Permite identificar a procedência da ação ou palavra (espírito humano, maligno ou o Espírito Santo). Exemplos: I Co. 12:3 (identificar os verdadeiros dons); At. 16:17 (identificar o espírito que fala); I Jo. 4:2; I Co. 14:29 e 14:30, 31 (julgar profecias).
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3.2 Dons de comunicação
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a) Dom da língua
- podem ser de dois tipos:
1. compreensíveis – At. 2:11;
2. incompreensíveis – I Co. 14:7-11, 12.
O dom da língua permite falar com Deus em oração da alma, independentemente da mente I Co. 14:2, 14, 15, 18 e 19. Permite profundo louvor – 14:16 – que pode vir na forma de cânticos – 14:15; Ef. 5:19 e Cl. 3:16.
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b) Interpretação de línguas
Interpretação na língua do povo – I Co 14:5 que pode ser dada ao mesmo que fala ou a outro – 14:13; 26:28. Não é uma simples tradução do que é dito em línguas, mas algo que o intérprete sente. Não é profecia, visto que as línguas dirigem palavras a Deus e não aos homens – 14:2, 16 e 17. Diante da interpretação da língua, os demais participam dos louvores ou da oração de quem fala, assim sendo também edificados.
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c) Profecia
Do grego “PROPHETEIA” – “anúncio ou proclamação da vontade ou pensamento de Deus”.
Pode vir de variadas maneiras:
- pela pregação – I Co. 14:24, 25; pela aplicação contextualizada da Escritura Sagrada – Lc. 1:67.
- revelação específica – Gl. 2:2 e I Tm. 4:14.
- advertência acerca dos problemas e ameaças futuras.
- Atos 11:27-30.
- através de uma oração – I Tm. 4:14.
- através da música – I Cr. 25:3.
A profecia nem sempre é preditiva, sendo antes algo que exorta, consola e edifica (I Co. 14:3).
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3.3 Dons de ação (ou poder)
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a) Fé
Capacidade extraordinária para confiar em Deus em circunstâncias muito adversas, e para ver uma saída, à frente dos demais. At. 27:21-26 e 16:19-26.
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b) Dons de curar
Cura de enfermidades através de oração e de palavras.
Não se manifesta em todas as circunstâncias – At. 15:12; 14:8-10; II Tm. 4:20 e Fl. 2:25-27.
Para apóstolos, presbíteros e diáconos em especial – At. 6:8; 8:6-7 e Tg. 5:14,15.
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c) Operações de milagres
- operações – dumaneõn – poder em ação.
- Em sinais inauditos – At. 13:11.
- Em ressurreição – At. 9:36-43.
- Como expresso em Mc. 16:17-18.
“Cura” é diferente de “milagre”, conforme faz supor a expressão “a outro” no texto citado.
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3.4 Dons diversos
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Deve-se notar que há muitos outros dons, alguns dos quais pouco aparecem. Esses dons não são tão impressionantes como os anteriores; no entanto, não são de menor valor.
- I Co 12:28 – socorros – assistência aos necessitados (exercício de misericórdia) At. 20:35 – relaciona-se de perto com a obra dos diáconos.
- I Co 12:28 – governos – KUBERNESEIS – denota a atividade de timoneiro, algo afeto à função de liderança (trabalho dos presbíteros e outros).
- Celibato (I Co. 7:7), contribuição, ensino etc., compõem com os citados uma extensa relação de dons espirituais.
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4. INSTRUÇÕES GERAIS SOBRE DONS
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4.1 Os dons não são um fim em si mesmo, mas ferramentas de serviço para a produção de frutos (Karpos). (Ef. 4:13; Gl. 5:21 e I Co. 12:5-7; 14:12 e capítulo 13 integralmente.)
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4.2 Visto que todos os salvos têm o Espírito Santo, têm a fonte dos dons, e, portanto, têm igualmente, ainda que de modo apenas potencial, um dom ou dons espirituais segundo Sua vontade, o Espírito pode acrescentar ou suprimir dons conforme as circunstâncias e necessidades (ver vida de Timóteo).
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4.3 A diversidade de dons é característica essencial, e não acidental do corpo de Cristo, de onde se conclui:
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- todos os dons são para todos os crentes; nem todos têm os mesmos dons, inclusive línguas! (I Co. 12:12 e I Co. 14:5);
- não se deve conferir maior status a uns em detrimento de outros (I Co 12:22-25);
- a hierarquia existente é entre ministérios, e não entre pessoas, e é somente pela medida maior ou menor em que o dom é útil para a edificação de todos (14:5, 6).
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4.4 O que evidencia uma vida transformada e cheia de Espírito Santo é o amor (fruto), e não a existência de muitos dons (I Co. 13:1-3; Gl. 5:22).
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5. COMO BUSCAR COM SEGURANÇA OS DONS ESPIRITUAIS
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5.1 No caminho do amor – I Co 14:9 – Gr. Dioketo – perseguir com persistência.
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5.2 Com zelo (cuidado, moderação, equilíbrio) – I Co 14:9 e II Tm. 1:7.
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5.3 Visando edificar outros – Oikodomei – edificação de prédios – I Co 14:4, 5, 12, 19.
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5.4 Buscando progredir – I Co 14:12.
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5.5 Com oração e jejum – At. 13:1-3 e I Tm. 4:14.
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5.6 Através do serviço, não esperando as evidências para começar a servir: I Tm. 4:14 (Timóteo recebeu o dom quando de sua ordenação para o ministério, mas estava integrado ao serviço já há muito tempo).
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5.7 Cultivando fiel e zelosamente o que já tiver recebido – 1 Tm 4:14 e 2 Tm 1:6.
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6. COMO PROCEDER NOS CULTOS PÚBLICOS
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A orientação contida no capítulo 14 de 1 Co, não pode ser tomada como um padrão único de culto, tratando-se antes de uma regulamentação específica a ser interpretada à luz do contexto todo da carta. Do texto, podemos concluir acerca da participação do crente nos cultos:
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6.1 deve haver ampla participação, de modo inteligente (mente) e completo (mente e espírito – 1 Co 14:15) – dizendo “amém”, com salmos, profecias, cânticos etc. (1 Co 14:16, 17, 26);
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6.2 a participação de cada um deve levar em conta o público presente (1 Co 14:23);
Indoutos – (gr. idiõtes) – não um simples estranho; alguém não convertido, porém interessado no Evangelho, crente em “potencial”. Incrédulos – Os que não crêem mesmo.
- Quando houver incrédulos ou indoutos, não se deve falar em línguas (com interpretação ainda é permitido). (1 Co 14:16 e 23)
- Não havendo incrédulos, só falar em línguas caso haja intérprete e sem que falem todos ao mesmo tempo (1 Co 14:27-29).
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6.3 Participação ordeira, decente (decorosa), não-caótica (26-40), conforme já visto com línguas estranhas:
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- com intérprete;
- sucessivamente (27 e 29);
- fique calado (28 e 30);
- os espíritos dos profetas sujeitos aos próprias profetas (32, 33).
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Levando em consideração a questão cultural local (versos 34 e 35), a igreja não deve ser vanguarda em questão de usos e costumes, na medida em esta vanguarda signifique violência à cultura vigente (a menos que se trate de fugir de uma cultura pecaminosa) – conferir com capítulo 11 da mesma carta.
Nisto se deve observar a questão das palavras, roupas, músicas etc.
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6.4 Participação visando a edificação dos outros, e não a promoção pessoal (1 Co 14:26 e 19).
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7. COMO DISCERNIR PROFECIAS, VISÕES E REVELAÇÕES
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Observamos que as profecias devem ser julgadas (1 Ts 5:21 e 1 Co 14:29). Mas quais são os critérios para isto?
Embora reconhecendo as profundas distinções entre o ministério profético do Velho e o do Novo Testamento, e as diferenças entre as profecias escriturísticas (inquestionáveis, não sujeitas a julgamentos – Ap 1:3; 2 Pe 1:20 – já completa) e os demais, podemos estabelecer os critérios listados abaixo.
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7.1 Pelo conteúdo e efeitos produzidos pela mensagem
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- Edifica, exorta e consola; não doutrina: 1 Co 14:3 e At 15:32.
- Leva à adoração e ao reconhecimento da presença de Deus: 1 Co 14:25.
- Não contradiz a Bíblia: Gl 1:8 e 9; 1 Jo. 4:1-6; 2 Ts 2:2; At 17:11
- Não dirige palavra de paz aos rebeldes – Jr 23:17.
- O efeito é nulo quando procede do coração humano – Jr 23:32b.
- Deve cumprir-se – Dt 18:20-22 e Jr 32:6-9.
Cuidado! Dt 13:1-2.
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7.2 Pela vida do profeta
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Jr 23:11-22; At 16:6; 18:9-11; 23:11 e 2 Co 12:1 e 2 (Paulo).
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7.3 Pelo testemunho íntimo – no coração do destinatário.
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At 21:10-14 – Paulo sabia qual era a exata vontade de Deus, não se confundindo com a errada interpretação de seus amigos.
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7.4 Pelo dom do discernimento – julgar.
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- Julgamento de outros profetas e da própria comunidade (vale aqui o uso da mente que Cristo nos deu! – I Co. 2:16). Bom senso! 1 Co 12:10; 14:29; At 11:27-30; 13:2 e Gl 2:2.
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7.5 Pela confirmação de outras indicações.
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- Paulo ouviu várias vezes, de diferentes fontes e maneiras, o que Deus reservara para ele – At 9:15, 16; 22:17-21; 27:24, 25; 23:11.
- Pedro – At 10:9-16 e 17-22, 30.
- Maria – Lc 2:19.
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Por fim, vale lembrar, ainda:
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a) Não atribua a Deus coisas do próprio coração – vamos evitar por todos os modos o uso de expressões como “o Senhor me revelou” etc. Jr 23:28.
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b) Não se deixe guiar por profecias, visões e revelações, que constituem, se autênticas, mais um entre os variados sinais da orientação de Deus. Só a Bíblia deve ser nossa bússola certa - Sl 119:105.
É nossa responsabilidade tomarmos decisões de acordo com a vontade revelada de Deus.
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c) Mantenha-se ligado a Deus, em comunhão com a igreja e com sua liderança: isto é fundamental para a sua segurança.