Introdução

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Mateus 28.19,20; Atos 2.40-47; Romanos 6.1-4; 1 Coríntios 11.23-34; Gálatas 3.26-29.

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Sacramento é um sinal visível por meio do qual Deus oferece sua promessa de graça de uma forma externa. Os sinais externos selam e confirmam as promessas da aliança de Deus.

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A Igreja Católica reconhece sete sacramentos: Batismo, Crisma, Eucaristia (Santa Ceia), Penitência, Matrimônio, Ordem e Extrema-Unção.

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A nossa igreja só reconhece dois (Batismo e Santa Ceia), que foram definidos segundo os seguintes critérios:
1. São ordenanças instituídas diretamente por Cristo;
2. São ordenanças que por sua própria natureza são significativas;
3. São ordenanças designadas para serem perpétuas;
4. São ordenanças designadas para representar, instruir e selar os crentes que as recebem pela fé.

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Atenção! Os sacramentos não comunicam automaticamente as coisas que representam. O conteúdo dos sacramentos é recebido PELA FÉ. Ou seja, a salvação não se opera por meio dos sacramentos, mas sim pela fé em Cristo.

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1. O Batismo

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Romanos 4.11,12; Romanos 6.3,4; 1 Coríntios 12.12-14; Colossenses 2.11-15; Tito 3.3-7.
- O batismo é um sinal sacramental da Nova Aliança.
- O batismo tem múltiplos significados: (1) é um sinal de limpeza e de remissão de nossos pecados, é (2) um sinal da regeneração (novo nascimento) causada pelo Espírito Santo em nossos corações; significa (3) ser adotado na família de Deus, sendo inserido em Sua Nova Aliança com o homem; e significa (4) ser santificado pelo Espírito Santo.
- O batismo foi instituído por Cristo e deve ser administrado com água no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
- O batismo não comunica automaticamente o novo nascimento.
- O batismo pode ser administrado por imersão (mergulhar), aspersão (respingar) ou efusão (entornar) com água. O nome mais correto para a nossa forma de batismo seria “efusão”, mas com o tempo este conceito foi se confundindo com o de “aspersão”, visto que há pouca diferença entre esses modos de batismo.
- A validade do batismo repousa na integridade da promessa de Deus e deve ser administrado só uma vez a uma pessoa.

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2. O Batismo dos Filhos dos Crentes

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Gênesis 17.1.14; Atos 2.38,39; Atos 16.25,34.

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- O Novo Testamento não ordena nem proíbe explicitamente o batismo de crianças.

- Os defensores do batismo de filhos de crentes apontam para a continuidade entre a circuncisão e o batismo como sinais de fé.

- A maioria dos batismos registrados no Novo Testamento era de adultos convertidos, da primeira geração de cristãos, os quais, é claro, não poderiam ter sido batizados quando crianças.

- O registro dos batismos no Novo Testamento inclui batismo de “famílias”, as quais provavelmente incluíam as crianças.

- A história da igreja testifica quanto à prática universal, sem controvérsias, do batismo de filhos de crentes no segundo século.

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3. A Ceia do Senhor

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Mateus 26.26-29; 1 Coríntios 10.13-17; 1 Coríntios 11.23-24.

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- A Igreja Católica ensina que o pão e o vinho se transformam literalmente no corpo e no sangue de Jesus (transubstanciação), por isso eles criaram a hóstia, que não precisa ser mastigada.

- Martinho Lutero ensinava que o corpo e o sangue de Cristo eram adicionados ao pão e ao vinho, sob eles e através deles (consubstanciação).

- Ulrich Zuínglio ensina que a Ceia do Senhor só valor enquanto memória do que Ele fez por nós na cruz.

- João Calvino negava a presença física de Cristo na Ceia do Senhor, mas afirmava a presença real de Cristo, de modo que esta se constitui alimento espiritual para nós.

- A natureza humana de Jesus está no céu; sua natureza divina é onipresente. Embora o corpo e o sangue de Cristo permaneçam no céu, eles se “tornam presentes” espiritualmente a nós por meio da sua natureza divina onipresente.

- Quando encontramos Cristo no momento da Ceia do Senhor, temos comunhão com Ele. Ao encontrar-nos em sua presença divina, somos conduzidos misticamente à sua presença humana, porque sua natureza divina nunca se separa de sua natureza humana. A natureza divina nos dirige ao Cristo que subiu ao céu, e na Ceia do Senhor podemos provar um pouco do céu.