40 dias 3:
DESENVOLVENDO A COMUNHÃO

     Nós como cristãos temos grandes desafios espirituais, mas com certeza o mais difícil é manter uma comunhão equilibrada e abençoadora. Por que? Porque o maior perigo de quebrar a comunhão está dentro de nós mesmos. Ciúmes, invejas, amarguras, ressentimentos, picuinhas, fomentações, em resumo, a natureza pecaminosa que age em nós e que visa destruir tudo que é bom e que traz edificação. É fácil culpar Satanás em assuntos assim, mas sou obrigado a dizer que ele tem uma pequena parcela nisso tudo. Temos que ter a coragem de reconhecer que os maiores inimigos da comunhão somos nós mesmos.
    Por isso gosto sempre de lembrar o que escreveu Paulo aos Romanos: “Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua.” (Romanos 14:19). Há três palavras interessantes aqui: “esforcemo-nos”, “paz” e “edificação”. A idéia de esforçar-se vem da palavra grega diôkômen e significa “seguir” ou “perseguir”. Ou seja, a comunhão deve ser um objetivo claro e constante em nossa mente, não podemos desistir, pois esta com certeza é a vontade de Deus. Apesar de algumas vezes não vermos as coisas acontecendo do jeito que deveriam ser, ainda assim perseguimos a comunhão como uma bênção para nós e para a Igreja.
    Este esforço produz a paz e edificação. A paz (gr. eirênês) é uma bênção, principalmente quando aceitamos os irmãos do jeito que são, não tentando impor sobre eles as nossas preferências ou nosso jeito. Quando perseguimos a comunhão a paz torna-se um sinal claro da presença de Deus. Por que? Porque Ele é o Deus da Paz (João 14:27; Filipenses 4:7). E a edificação, que vem do grego oikodomê, significa edificação como um processo, e simboliza um fortalecimento espiritual, um crescimento. A comunhão produz justamente isso, crescimento espiritual e numérico, pois outras pessoas passam a ser atraídas pelo amor uns dos outros. Nós estamos aqui para edificar e não destruir. E como posso destruir a comunhão? Falando mal, o que não deve, julgando os outros, tendo uma atitude preconceituosa. Mas o que devo fazer para ser uma bênção e edificar o Corpo de Cristo? Desenvolver o amor sincero, vivendo no Espírito, perdoando uns aos outros, levando as cargas uns dos outros, sendo gentil, paciente com os mais fracos, tolerante, com palavras agradáveis e amigas.
     Sendo assim, depende de você desenvolver esta comunhão. Sim, basta você colocar sua vida na direção do Espírito e permitir que Ele lhe ajude a desenvolver um coração igual ao de Jesus Cristo.
 .

.

40 dias de propósitos

Durante a campanha (28/09 a 8/11):
1º Seja rigoroso com a leitura diária do livro.
2º Aumente o seu tempo devocional (de leitura bíblica e oração).
3º Jejue pelo menos uma vez por semana.

.
Semana 3 – Propósito 2: COMUNHÃO
“VOCÊ FOI FORMADO PARA FAZER PARTE DA FAMÍLIA DE DEUS”

.
Versículo para decorar:
“…assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros”. (Romanos 12.5)

.

AVISOS

.

SAF’S

No próximo dia 17 de outubro, às 16h, teremos o Chá Evangelístico, promovido pela Federação de SAF’S do nosso presbitério, aqui na igreja, valor R$ 5,00. Mais informações com Dinah e Rosana.   

.

Retiro 2010

Será na Pousada Vem Viver, em Jaconé. Pegue já o seu carnê com a Vera Lúcia. Restam poucas vagas!

.

Cantinas

 
Hoje  – Castrioto

Dia 18/10 – Dr. March  
Dia 25/10 – Galvão  
Dia 1º/11 – Adolescentes
Dia 8/11 – Leopoldina
Dia 15/11 – Castrioto
Dia 22/11 – Blumarine
Dia 29/11 – Paraíso
Dia 6/12 – Dr. March
Dia 13/12 – Galvão

.

Almoços
Dia 18/10 – Adolescentes
Dia 1º/11 – Leopoldina e Castrioto
Dia 15/11 – Paraíso

.

Barreto Mix para o retiro

Será nos dias 23 e 24 de outubro, e terá como finalidade levantarmos fundos para o Retiro 2010.

.

Novos membros

Aqueles que desejam se tornar membros da igreja devem se freqüentar a Classe de Integração e procurar o pastor para conversar.

.

ESPAÇO MISSIONÁRIO

.

“No essencial, unidade; no secundário, diversidade; em todas as coisas, caridade”.
Lema dos irmãos morávios

.
Dois jovens morávios souberam que numa ilha no leste da Índia havia 3 mil escravos pertencentes a um ateu britânico. Sem permissão de ir para lá como missionários, eles decidiram se vender como escravos e usar o dinheiro para pagar as passagens para a ilha. No dia da partida, suas famílias estavam reunidas no porto, sabendo que jamais os veriam outra vez. Quando o barco estava se afastando, os dois rapazes gritaram: “Que através das nossas vidas o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício”.
A Igreja dos Morávios começou com John Huss no final do século 14 e estabeleceu uma comunidade na Saxônia chamada Herrnhut, onde, no século 17, houve um avivamento a partir de uma reunião de oração ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, que durou 100 anos.
Os primeiros missionários morávios foram um oleiro e um carpinteiro, enviados para o Caribe em 1732. Trinta anos depois, centenas de missionários haviam seguido para muitas partes do mundo, como o Ártico, a África e o Oriente, sustentando-se com suas profissões. Em Labrador, eles compraram navios e ensinaram atividades produtivas ao povo, levando o evangelho e melhoria de vida. No Suriname, atuaram no comércio, criando alfaiatarias, fábricas de relógios e panificadoras. Sua influência econômica crescia juntamente com a influência espiritual.
“A contribuição mais importante dos morávios foi a ênfase na ideia de que todo cristão é um missionário e deve testemunhar por meio de sua vida diária. Se o exemplo dos morávios tivesse sido estudado mais cuidadosamente por outros cristãos, é possível que o homem de negócios pudesse ter retido seu lugar de honra na missão cristã em desenvolvimento, além do pregador, do professor e do médico”, afirmou William Danker.
Enedina Sacramento, Centro Evangélico de Missões