Quando a Esperança Usa Fraldas

Quando a Esperança Usa Fraldas
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Depois de tantos anos seguidos olhando para o bebê no centro do presépio quase já não nos maravilhamos mais com o nascimento do Redentor. Vira uma data no calendário. Vira a repetição do dogma. Vira uma ladainha embalada pelo pacote brilhante do consumismo de fim de ano. Olhamos para o passado com candura e somente isso.

Os profetas aos quais o Eterno sussurrou o nascimento do Messias, do Redentor, tiveram seus corações emplodidos por essa visão. E por que tanta diferença? O que esses homens viram há milhares de anos atrás que nós hoje, mesmo tendo a Revelação de Cristo disponível a nós, não vemos? Eles viram o nascimento da Esperança. Aqueles homens sabiam que estavam vivendo em tempos maus, que eram filhos de uma humanidade rebelde, insolente e incurável e que a situação era de desespero total se o Eterno não fizesse alguma coisa que pudesse levar o homem de volta para casa. A boa nova, a notícia extasiante do Evangelho, é que sim, Ele fez! Ele enviou um Redentor, Ele trouxe até nós o Salvador que nasceria da virgem, o Servo humilde do Senhor, o Ungido do Eterno. Os profetas receberam a promessa do nascimento de um Salvador com um grito maravilhado de esperança, vida, triunfo e redenção… E nós?

Nós continuamos colocando nossas esperanças na ciência, na política, no dinheiro, em homens, em amores, em prazeres como se eles pudessem fazer algo por nós, justamente eles que não podem fazer nada nem por si mesmos. Esperanças equivocadas, corações frustrados. O que precisamos e o que ansiamos está naquele bebê, pois quando Jesus nasceu a esperança nasceu com Ele e n’ELe. Quando essa verdade, a verdade do Evangelho, entra em nossa vida então o bebê Deus Homem vive em nós e sua presença se torna em nós uma nova vida, vida vivida a partir da esperança da glória vindoura.

Pr. Jeferson C. Alvarenga.

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