NOVO ANO, NOVO ALVO

NOVO ANO, NOVO ALVO
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Nossos alvos moldam nossa vida de uma maneira que muitas vezes subestimamos. O objetivo que estabelecemos para nossas vidas molda as escolhas que fazemos, as prioridades que norteiam nossa agenda, os investimentos que realizamos, os relacionamentos que tecemos. Nossa maior paixão molda nossa vida e frequentemente cometemos dois erros aqui: não temos alvo nenhum e somos arrastados pelo nada e para o nada, ou nos agarramos ao objetivo errado e moldamos a nossa vida por meio de uma paixão que nos levará à destruição. Não ter um alvo. Ter o alvo errado. Ambos os erros são prejudiciais. Não ter um alvo pode nos levar a uma completa apatia e falta de sentido nas ações e motivações. Quem não sabe para onde vai geralmente acaba não chegando. Ter o alvo errado pode nos tornar pessoas obcecadas, eticamente falidas e mesquinhas, frequentemente idolatrando o dinheiro, status, conforto e prazeres.

Soren Kierkegaard afirmou que coração puro é desejar uma só coisa.  Jesus nos ensinou que nosso coração deve se concentrar em buscar só uma realidade, que deve se tornar a nossa prioridade máxima a ponto de reorientar todas as outras coisas em nossa vida: devemos buscar o Reino de nosso Pai e a sua justiça e todas as outras coisas nos serão acrescentadas (Mt 6). O discípulo não padece da falta de alvos, nem é escravizado pelos objetivos errados, mas mas olha firmemente para o seu alvo:  buscar o Reino de Deus em Jesus. É a partir dessa prioridade que o discípul o de Jesus estabelece suas demais prioridades, sua agenda, seus sonhos e valores. Nesses últimos dias do ano, pergunte a si mesmo qual é o seu alvo, qual é o objetivo da sua busca, qual é a sua maior paixão. Podemos pisar em um novo ano não só com calendários novos, mas com uma nova vida orientada por um novo propósito: buscar o Reino de Deus em Jesus.  Que tenhamos neste ano como prioridade máxima aprofundar nosso relacionamento com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo e dizer como Paulo: “estou a caminho, prosseguindo para Cristo!” (Fp 3.14).

Pr. Jeferson C. Alvarenga

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