Integração – 1. A Igreja

Dicas introdutórias

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VERSÕES DA BÍBLIA
A edição que adotamos é a Nova Versão Internacional, devido a sua linguagem mais acessível. Se você prefere uma linguagem mais rebuscada, leia a  Almeida Revista e Atualizada. Ambas as traduções são fidedignas.

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EDITORAS
Há boas editoras hoje no Brasil, mas recomendamos enfaticamente a Cultura Cristã que, por ser presbiteriana, dificilmente publicará obras de conteúdo doutrinário diferente do desta igreja.

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SUGESTÕES
1. Traga sempre sua Bíblia para a aula.
2. É bom trazer um caderno e uma caneta para anotações.
3. Durante a semana, ore pelos professores e pelos outros irmãos.
4. Não deixe passar qualquer tipo de dúvida. Pergunte!
5. Seja perseverante e você verá que vale a pena.

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TAREFAS

1. Fazer a hora devocional diariamente (oração, louvor, leitura da Bíblia etc.);
2. Ler pelo menos 1 capítulo da Bíblia todos os dias;
3. Fazer os exercícios no final de cada lição em folha a parte e entregar para que sejam corrigidos.

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1. Os apóstolos

Textos-base: Romanos 1.1-6; 11.13; 1 Coríntios 9.2; 15.9; Hebreus 3.1.

1. Os termos discípulo e apóstolo não são sinônimos.

Discípulo = aprendiz
Apóstolo = aquele que é enviado como autoridade para falar em lugar daquele que o enviou.
2. Jesus era o “Apóstolo do Pai”.
3. Os requisitos bíblicos para o apostolado incluíam o seguinte:
a) Ser um discípulo de Jesus;
b) Ter sido testemunha ocular da ressurreição de Jesus;
c) Ter sido chamado diretamente por Jesus.
4. O apostolado de Paulo foi único e precisou ser confirmado pelos outros apóstolos.
5) Nos sentido bíblico, não há mais apóstolos atualmente.
6) Hoje a autoridade apostólica encontra-se na Bíblia.

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UM POUCO DE HISTÓRIA

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De onde procede o Presbiterianismo?
O movimento da Reforma do século XVI deu origem a vários ramos do Protestantismo. Um deles foi o Presbiterianismo, calcado nos princípios da 0Reforma, baseada nos textos inerrantes das Sagradas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento.

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Como surgiu a IPB?
A primeira Igreja Presbiteriana do Brasil foi implantada na cidade do Rio de Janeiro, em 1859, pelo missionário norte-americano Ashbel Green Simonton. Este notável servo de Deus morreu de febre amarela aos 34 anos de idade, mas deixou uma obra já consolidada neste país, inclusive um seminário para preparação de futuros pastores. Esta igreja se reúne ainda no mesmo lugar de origem, próximo à Praça Tiradentes, no Centro do Rio de Janeiro.

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Como surgiu a IP Barreto?
Em 1984, a Igreja Presbiteriana Betânia, então pastoreada pelo Rev. Teófanes Elias, fazia encontros semanais em células nos lares. Uma dessas células acontecia na casa do casal Christheo e Alfredina Garcia. Desde a sua primeira reunião, a célula não parou de crescer e, em mais ou menos 3 meses, a casa não comportava mais o número de visitantes, de forma que o Rev. Josué Rodrigues, juntamente com o presbítero Angelo Gagliardi e sua esposa Nely, tomaram a direção do trabalho. Com a distância da igreja-mãe, logo se viu a necessidade de dar início à realização de cultos dominicais no Barreto. Fez-se então uma escala de presbíteros para dirigirem os cultos na incipiente congregação que, a essa altura, já se reunia na Rua José Leonardo, 68. Em 1990, o Rev. Daniel César Costa assumiu o trabalho na congregação. Nesse mesmo ano, o referido pastor convidou um diácono da igreja-mãe, o aspirante ao ministério pastoral Sérgio Luiz Fonseca Cruz, para trabalhar com ele na congregação. Sérgio, aceitando o convite, começou a desenvolver o seu ministério no início do ano de 1991. No ano seguinte, 1992, Sérgio foi cursar teologia no Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, SP. Enquanto esteve no seminário, Sérgio aproveitava os períodos de férias acadêmicas para dar continuidade aos seus trabalhos na congregação, sendo acompanhado pelo Rev. Daniel. No ano de 1995, Sérgio concluiu o curso de Bacharel em Teologia e foi convidado para pastorear a congregação do Barreto, assumindo a mesma em 1996. No dia 1º de setembro desse ano, o Presbitério de Niterói (PNTR) reuniu-se na sede da congregação para realização da assembléia que emanciparia a congregação da igreja-mãe, concedendo-lhe status de igreja.

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Em que contexto nos inserimos?


A Igreja Presbiteriana do Barreto faz parte da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), que abriga no seu seio centenas de igrejas, que estão ligadas a Presbitérios e Sínodos e a um organismo central, chamado Supremo Concílio.
O Concílio menor é o Conselho, formado por um número variável de membros, de acordo com o tamanho e as necessidades da igreja. Cada Presbitério representa igrejas de uma determinada região e se reúne uma vez por ano, ordinariamente. O Presbitério de Niterói (PNTR) compreende atualmente dez igrejas que, por ordem de fundação, são: Primeira IP de Niterói, IP de Pendotiba, IP Betânia, IP do Sinai, IP Betel, IP Filadélfia, IP do Barrreto, IP Betânia de Icaraí, IP Betânia da Região Oceânica, Comunidade Presbiteriana da Barra, na Cidade do Rio de Janeiro.
O PNTR está sujeito hierarquicamente ao Sínodo Leste Fluminense (SLF), que compreende vários presbitérios e se reúne de dois em dois anos. Todos esses concílios têm uma diretoria, que é renovada periodicamente. Os problemas da igreja são resolvidos pelo Conselho local, que se reúne habitualmente uma vez por mês ou a intervalos menores, conforme necessário. Assuntos administrativos ou de ordem espiritual, trazidos pelos presbíteros ou pastores, que reflitam os anseios e necessidades dos membros da Igreja são ali tratados e resolvidos, já que o governo da Igreja é representativo. Os assuntos de ordem geral sobem ao Presbitério, ao Sínodo ou ao Supremo Concílio que, por sua vez, baixa instruções ou determinações às igrejas sob sua jurisdição. A Igreja Presbiteriana do Brasil se rege por uma Constituição e sua única regra de fé e prática é a Bíblia.

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2. A Igreja

Textos-base: Mateus 13.24-43; 1 Coríntios 12.12-14; Efésios 2.19-22; 4.1-6; Colossenses 1.18; Apocalipse 7.9,10.

1. A Igreja é formada por aqueles que pertencem ao Senhor.
2. A palavra bíblica para Igreja significa “aqueles que são chamados para fora”.
3. A Igreja na terra é sempre um corpo misto de crentes e não crentes.
4. A Igreja invisível só é visível para Deus.
5. A Igreja é uma, santa, católica e apostólica.
6. A Igreja é um organismo análogos ao corpo humano.

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3. As marcas da verdadeira Igreja

Textos-base: Mateus 18.15-17; Romanos 11.13-24; 1 Coríntios 1.10-31; Efésios 1.22,23; 1 Pedro 2.9,10.

1. A verdadeira Igreja tem marcas visíveis que a distinguem de uma igreja falsa ou apóstata (= que nega suas crenças).
2. As marcas da verdadeira Igreja são:
a) A pregação do Evangelho, que é necessária para que uma Igreja seja legítima.
b) A administração correta dos sacramentos, sem profanação.
c) Disciplina contra heresias e pecados grosseiros.
3. A Igreja é sempre carente de reforma de acordo com a Palavra de Deus.

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4. A excomunhão

Textos-base: Mateus 7.1-5; 1 Coríntios 5; 11.27-32; 1 Timóteo 1.18-20; 5.19,20; 1 Pedro 4.8.

1. A excomunhão é o último recurso na disciplina eclesiástica.
2. O único pecado que realmente resulta em excomunhão é a impenitência.
3. Cristo instituiu o processo de disciplina eclesiástica (Mateus 18.15-20).
4. O objetivo da excomunhão é a restauração do ofensor e a proteção da Igreja.
5. A disciplina eclesiástica não deve ser complacente demais nem severa demais.
6. Os cristãos devem exercer o amor que é paciente e longânimo.

Integração – 2. A revelação de Deus

A Bíblia é a Palavra de Deus. Nela encontramos orientação segura para a nossa vida. Agora que você nasceu de novo, precisa de alimento genuíno para crescer e ter uma vida saudável. A Bíblia é esse alimento.

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1. INTRODUÇÃO

Antes de iniciarmos o estudo em si, é necessário fazermos uma observação: o objetivo desta apostila não é “convencer” ninguém de que a Bíblia é a Palavra de Deus, pois isto é obra do Espírito Santo.
Nossa única intenção é fornecer aos que já têm crido na Bíblia como ensinamento divino algumas razões lógicas e objetivas nas quais possam alicerçar a sua fé.
A Bíblia foi escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo. Ela tem produzido resultados práticos. Através dos séculos, tem influenciado a civilização, transformando vidas e trazendo luz e inspiração, conforto e sabedoria a milhões de pessoas, e sua obra é permanente – hoje e para sempre.
Se é verdade que, como cristãos, temos de pautar os menores atos de nossa vida pela vontade de Deus, não é menos certo que o discernimento da vontade de Deus passa pelo conhecimento da Sua Palavra.

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2. CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO

A palavra cânon significa literalmente “cana” ou “vara de medir”. Passou a ser usada para designar a lista dos livros reconhecidos como a genuína, original, inspirada e autorizada Palavra de Deus, e para distingui-los de todos os outros livros como regra de fé.
Livros apócrifos: Esta é a expressão utilizada para designar os livros não inspirados contidos em algumas Bíblias. Esses livros foram escritos entre o 3º e o 1º séculos a.C. (antes de Cristo) e adicionados à Septuaginta, tradução grega do Antigo Testamento feita naquele período.
Eles não pertenciam ao Antigo Testamento hebraico e nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte das escrituras hebraicas. Além disso, esses livros nunca foram citados por Jesus ou pelos apóstolos, e o Novo Testamento contém perto de 300 citações do Antigo Testamento.
Baseando a Reforma na autoridade divina da Palavra de Deus, os reformadores, chamados pejorativamente de protestantes, logo rejeitaram os livros apócrifos por não fazerem parte dessa Palavra, assim como já o haviam feito a Igreja primitiva e os hebreus antigos. Entretanto, no Concílio de Trento (1546 d.C.), realizado para deter o movimento protestante, a Igreja Católica Romana declarou canônicos tais livros, que ainda figuram na versão do padre Matos Soares.

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3. DIVISÃO

O Antigo Testamento contém 39 volumes (entre livros e epístolas) e o Novo Testamento 27. Ao todo são 66.

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ANTIGO TESTAMENTO
5 Livros da Lei
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio.

12 livros históricos
Josué, Juízes, Ruth, I Samuel, II Samuel, I Reis, II Reis,
I Crônicas, II Crônicas, Esdras, Neemias, Ester.

5 livros poéticos
Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares.

5 profetas maiores
Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel.

12 profetas menores
Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.

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NOVO TESTAMENTO
5 livros históricos
Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos.

3 grandes cartas
Romanos, I Coríntios, II Coríntios.

4 cartas (vogais)
Gálatas (A), Efésios (E), Filipenses (I), Colossenses (O).

5 cartas (grupo do t)
I Tessalonicenses, II Tessalonicenses, I Timóteo, II Timóteo, Tito.

2 cartas (alfabética)
Filemon (F), Hebreus (H).

6 cartas (universais)
1 de Tiago, 2 de Pedro e 3 de João.

1 carta de Judas (J)

1 livro profético
Apocalipse.

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4. A AUTORIA DIVINA DA BÍBLIA

Existem várias razões pelas quais podemos afirmar que há uma mente única aglutinando e orientado o grande número de autores dos diversos livros da Bíblia; e, por afirmações contidas dentro das próprias Escrituras, verificamos que essa é a mente de Deus, que Ele é o autor da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse.
Vejamos a seguir o porquê desta afirmação.

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4.1   Unidade na diversidade
A Bíblia apresenta uma unidade que transcende a todos os obstáculos abaixo relacionados, pois foi escrita:
a) num período de aproximadamente 1.500 anos;
b) ao longo de 60 gerações;
c) por mais de 40 autores de todas as classes sociais:
ex.: Moisés – líder político; Salomão – rei;
Lucas – médico; Amós – pastor; Pedro – pescador;
d) em diferentes locais:
ex.: Moisés – no deserto; Paulo – na prisão;
João – na ilha de Patmos;
e) em diferentes circunstâncias:
ex.: Davi – em tempo de guerra;
Salomão – em tempo de paz;
f) por pessoas que jamais se encontraram;
g) em três continentes: Ásia, África e Europa;   
h) em três idiomas:  
Hebraico – Antigo Testamento;
Aramaico – Trechos do Antigo e do Novo;  
Grego – Novo Testamento.
Apesar de todos esses fatores, encontramos um mesmo propósito e uma unidade inquestionável de Gênesis a Apocalipse.

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4.2  Coerência doutrinária
A Bíblia discorre sobre os mais diversos assuntos sem jamais cair em contradição; tem continuidade indiscutível e apresenta uma única história que permeia todo o seu conteúdo: a redenção do homem efetuada por Deus em Jesus Cristo.

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4.3  Fidelidade de tradução
Apesar de não possuirmos os originais das Escrituras, existem inúmeras evidências de que as cópias que possuímos são fiéis ao texto original.
Novo Testamento: comparando entre si as 13.000 cópias primitivas do Novo Testamento que chegaram até nós, verificamos que o texto é o mesmo em 98,33%. Existe também um grande número de citações de textos bíblicos em autores da antigüidade, o que é mais uma prova da fidelidade das Escrituras.
Também devemos considerar que não há nenhum outro livro da antigüidade que apresente um espaço de tempo tão curto entre a composição do livro e o mais antigo manuscrito existente.
• Novo Testamento: escrito no século I. Manuscrito mais antigo: escrito no século IV.
• Antigo Testamento: até meados do presente século, os manuscritos mais antigos que possuíamos datavam de 900 d.C., o que nos dava uma diferença de 1300 anos entre a escrita do original e os manuscritos encontrados.
Em 1947 foram descobertos os “Rolos do Mar Morto”, escritos da antigüidade datados de 125 a.C., contendo grandes porções do Antigo Testamento, inclusive uma cópia completa do livro de Isaías.
Esses escritos, comparados com as cópias que possuíamos, mostraram que estas eram exatas em 95%, e que, das divergências existentes, nenhuma alterava alguma doutrina fundamental do Cristianismo, apesar dos 1000 anos que as separavam.

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4.4  Cumprimento profético
A Bíblia é o único livro no qual encontramos profecias relativas a nações específicas: a Israel, aos povos da Terra, a determinadas cidades e à vinda do Messias. Nenhuma outra religião ou seita pode apresentar-nos coisa semelhante. (Isaías 53 é um belíssimo texto profético a respeito de Jesus Cristo.) No islamismo, por exemplo, não há nenhuma profecia acerca de Maomé.
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4.5  Sobrevivência

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a) Através do tempo
Escrita em material perecível, a Bíblia teve seu conteúdo mais preservado do que qualquer outro livro da Antigüidade.
Os judeus a preservaram como nenhum outro manuscrito; eles  possuíam  classes especiais  de  homens – os escribas – cuja missão exclusiva era preservar e transmitir esses documentos com perfeita fidelidade.
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b) Através da perseguição
Muitos, através da história, têm tentado exterminar a Bíblia. No entanto, ela é cada vez mais difundida em quase todos os países.

Voltaire, que morreu em 1780, predisse que 100 anos após sua época o cristianismo desapareceria e passaria a pertencer à história…
…Voltaire passou para a história, mas o cristianismo continua vivo e cada vez mais difundido.

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c) Em meio às críticas
Se a Bíblia não fosse a Palavra de Deus, há tempos os homens a haveriam destruído.
Reis, sacerdotes, papas, todos levantaram sua mão contra ela. Eles morreram – a Bíblia continua viva. Nenhum outro livro sofreu tantos ataques durante tanto tempo quanto a Bíblia. No entanto, ela continua firme e veraz. Devemos crer no que nos diz a Bíblia sempre, mesmo que ela contrarie as mais modernas teorias, pois estas cairão, mas as verdades contidas nas Escrituras continuarão inabaláveis.
Por exemplo, os historiadores diziam que Moisés não poderia ter  escrito o Pentateuco, pois em sua época não teria havido escrita. Anos mais tarde, arqueólogos descobriram registros de escrita anteriores a Abraão, portanto muito anteriores ao tempo de Moisés.

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5. CONFIRMAÇÃO HISTÓRICA (TESTEMUNHO EXTERNO)

A história confirma o que diz a Bíblia, pois grande parte dos fatos por ela citados são comprovados historicamente, ao contrário de outros livros religiosos povoados por lendas ou por relatos de coisas que jamais aconteceram. Além disso, existe o testemunho de diversos autores da antigüidade, que citam inúmeras passagens bíblicas, como é o caso de Flavius Josefo, eminente historiador romano do século I.

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6. TESTEMUNHO INTERNO

a) Autores bíblicos afirmavam que o que escreviam era a Palavra de Deus:
II Timóteo 3.16; II Pedro 1.21; I Coríntios 2.13; Êxodo 24.4; Romanos 16.26.
 
b) Jesus Cristo testemunhou acerca da veracidade do Antigo Testamento:
Lucas 24.44: Leis, Profetas, Escrituras;
Lucas 11.51: Abel – 1º mártir (Gênesis 4.8);
Zacarias: último mártir (2 Crônicas 24.21); Mateus 26.54-56.

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7. INFALIBILIDADE BÍBLICA

 Se aceitarmos que a Bíblia é a Palavra de Deus, devemos também crer que ela jamais falhará, que todos os seus ensinamentos são justiça e verdade, pois um livro escrito por Deus, com o propósito de revelar o Seu caráter e o Seu plano para o homem, não poderá ter qualquer tipo de falha. Mateus 5.18; João 10.35; I Pedro 1.24,25.
 Portanto, devemos tomá-la como nosso padrão, incorporando à nossa vida os seus ensinamentos, permitindo que possam ser cumpridos em nossa vida os propósitos de Deus ao revelar a Sua Palavra ao homem. II Timóteo 3.16; Hebreus 4.12; Deuteronômio 29.29.

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8. A AUTORIDADE E O PODER DA BÍBLIA

         1. Autoridade: João 12.47-48.
         A palavra de Deus será a base do julgamento final.
         2.  Poder: Hebreus 4.12.
Leia a sua Bíblia todos os dias.

“As Escrituras não foram dadas para aumentar o nosso conhecimento, mas para mudar a nossa vida”.
D.L. Moody.

Integração – 3. Os seres humanos e a Queda

1. O autoconhecimento e o conhecimento de Deus

- Não podemos conhecer a Deus sem primeiro estarmos cientes de nós mesmos.
- Não podemos conhecer profundamente a nós mesmos sem primeiro conhecer a Deus.

Autoconhecimento (consciência de si mesmo) → conhecimento de Deus → Autoconhecimento mais elevado

O autoconhecimento nos leva ao conhecimento de Deus, o que em retorno nos dá um entendimento mais elevado e mais pleno de nós mesmos.

- Seres humanos relacionados com Deus: origem com propósito + destino com propósito = vida significativa.
-Seres humanos sem relação com Deus: origem sem sentido + destino sem sentido = vida sem sentido.

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2. Seres humanos criados à imagem de Deus

- Deus criou os seres humanos à sua imagem e semelhança (Gn 1.27).
- Existem algumas analogias entre Deus e os seres humanos que tornam a comunicação entre eles possível.
- Os seres humanos, como Deus, são agentes morais com as faculdades mentais e volitivas.
- Os seres humanos são chamados a ter domínio sobre a terra (Gn 1.28-30).
- Na Queda, a imagem de Deus nos seres humanos foi obscurecida.
- Cristo é a perfeita imagem de Deus (Cl 1.15; Rm 8.29).          

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3. Os seres humanos como corpo e alma

- Os seres humanos têm um corpo material e uma alma imaterial.
- Os seres humanos formam uma unidade-na-dualidade. O cristianismo rejeita a noção grega de dualismo (“o corpo é mau, mas a alma é boa”).
- O corpo humano é parte da boa criação de Deus (Gn 1.31)                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     . Embora esteja caído, assim como a alma, nenhum dos dois é inerentemente mal.
- A alma humana não é naturalmente eterna. Tem de ser criada e sustentada por Deus.

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4. Os seres humanos como carne e Espírito

- A Bíblia rejeita a idéia grega de que o corpo é intrinsecamente mau.
- Os cristãos não devem desprezar nem exaltar o corpo. O corpo e a alma precisam de santificação (Rm 6.12-13).
- Nenhum cristão é completamente carnal ou completamente isento de carnalidade.
- Todo cristão tem o Espírito Santo habitando nele (1 Co 6.19).
- A guerra entre a carne e o Espírito (Gl 5.17) não é um conflito entre o corpo e a alma, mas um conflito entre a nossa natureza caída (a velha natureza) e nossa natureza regenerada (a nova pessoa).
- A luta entre a carne e o Espírito continua durante toda a vida do cristão, até sua glorificação (Mc 13.13).

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5. Satanás e os demônios (Jó 1.6-12; Mt 4.1-11; Lc 22.31; 2 Ts 2.5-10)

-Satanás não deve ser comparado com as criaturas míticas.
- Satanás é um anjo caído com poderes sofisticados para enganar, tentar e acusar as pessoas.
- Satanás é uma criatura finita sem poderes e atributos divinos, tais como onisciência, onipotência e onipresença.
- Demônios são anjos caídos sob o governo de Satanás.
- Os demônios não podem possuir um Cristão (1 Jo 5.18).

Integração – 4. Pecado, tentação e provação

 1. Pecado

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1.1. Definição

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  • Pecado é a transgressão da Lei de Deus.

Transgredir significa “ir além”, “violar”. Literalmente pecado significa “errar o alvo”.
Se o nosso alvo é fazermos a vontade de Deus dia após dia, toda vez que deixamos de fazer a Sua vontade em relação a Ele mesmo ou ao nosso próximo, estamos pecando.

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  • O que é fazer a vontade de Deus?

No Evangelho de João (15.14-17), encontramos a resposta a essa pergunta: “Vós sereis meus amigos se fizerdes o que Eu vos mando. Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.”

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1.2. Introdução
A Bíblia registra em Gênesis 1.31 que tudo quanto Deus fizera era bom.
Qualquer pessoa hoje, olhando ao seu redor e vendo a impiedade, a opressão, a guerra, a impureza, o sofrimento e a morte, verifica que nem tudo é bom.
Como explicar tanta distorção sofrida pelo homem e pelo mundo? O pecado é a explicação.

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1.3. A existência do pecado
Leia I Reis 8.46; Eclesiastes 7.20; I João 1.8.
Muitas teorias tentam negar ou diminuir a importância do pecado: ateísmo, determinismo, hedonismo (prazer) etc.

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1.4. A origem do pecado
Leia Gênesis 2,15-17 e 3. A árvore e o mandamento dos versos 16 e 17 do capítulo 2 representam um teste para o homem, no qual ele foi reprovado. Comparar com Deuteronômio 30.15.
Desde então, a natureza humana foi afetada pelas conseqüências da Queda: Romanos 5.12, 18 e 19; Romanos 3.23.

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1.5. Tipos de pecado
1.5.1. Pecado original:
Significa que nós nascemos pecadores, como herança da Queda. “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe”. (Salmos 51.5)
1.5.2. Pecado por omissão:
“Aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” (Tiago 4.17).
1.5.3. Pecado por comissão (que são cometidos):
A quebra de mandamentos e ordenanças bíblicas e a desobediência à “paz de Cristo” (Cl 3.15), que é voz do Espírito (1 Jo 2.27).

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1.6. O juízo de Deus
1.6.1. Sobre a serpente:
Gênesis 3.14 e 15. O homem que está em Cristo também vence Satanás. Romanos 16.20 e Tiago 4.7.
1.6.2. Sobre a mulher:
Gênesis 3.16.
1.6.3. Sobre o homem:
Gênesis 3.17 a 19 (não pensar que trabalho é castigo, pois o homem já trabalhava antes de pecar; conforme Gênesis 2.15).

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1.7. Conclusão
O homem foi expulso do paraíso e deixou de gozar da presença constante do Senhor, por causa do pecado. Este faz divisão entre nós e o nosso Deus (Isaías 59.2).

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2. Tentação e provação

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2.1. Introdução
 A Bíblia declara que aqueles que têm Cristo devem viver uma vida nova. O velho homem foi crucificado com Cristo e está morto para o pecado. Portanto, não há lógica em viver no pecado, uma vez que já morremos para ele.
 O plano ideal de Deus é que vivamos a nova vida sem pecar, mas, por outro lado, a Bíblia afirma que seremos tentados. Não estamos, pois, livres das tentações. Pelo contrário: agora elas se tornam mais evidentes. O fato é que estamos envolvidos em uma batalha espiritual.
 Vamos, pois, procurar entender um pouco mais sobre a tentação e como vencê-la.
2.2. Diferença entre tentação e provação
Às vezes essas palavras são confundidas, mas precisamos entender que elas possuem sentidos distintos.

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2.2.1. TENTAÇÃO

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• É de origem satânica e carnal. Veja estes textos: Mateus 4.1; João 13.2 e Tiago 1.14:
• Seu objetivo é fazer o crente abandonar a vontade de Deus. Visa derrubar o homem;
• Pode ser definida como aquele impulso inicial que a pessoa sente para cometer pecados (Romanos 7.18-19);
• Visa sempre o mal (Gênesis 3.4-5 e 39.7-9);
• Não é pecado em si mesma. Jesus foi tentado, contudo não pecou. Veja Hebreus 4.15 e 2.18;  1 Pedro 2.21 e 22.

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2.2.2. PROVAÇÃO.
• É de origem divina. Significa pôr alguém à prova, submeter a um teste para proveito (Tiago 1.2-4).
• Visa fortalecer a pessoa, e não derrubá-la (Hebreus 11.17-19).

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2.3. Por quem e por que somos tentados?

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2.3.1. Pela carne:
Apesar de salvos, temos ainda uma natureza pecaminosa que nos atrai e seduz (Marcos 7.20-23; Tiago 1.13-14).
2.3.2. Pelo mundo:
Devido à intensa atividade de Satanás no mundo, este exerce uma forte pressão em nossos desejos carnais (Efésios 2.1-2; 1 João 2.15-17).
2.3.3. Pelo diabo:
Sendo nosso  inimigo,  ele  quer  nos derrubar (I Pedro 5.8; João 8.44); sendo pai da mentira, ele lança dúvidas a respeito da Palavra.

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2.4. Como obter vitória sobre a tentação?

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2.4.1. Aprendendo a reconhecer a realidade do inimigo, do mundo e da carne, a saber como eles agem e enfrentá-los agressivamente, em nome de Jesus (1 Pedro 5.9; Tiago 4.7).
2.4.2. Vigiando e orando (Mateus 26.41; 1 Coríntios 10.12,13).
2.4.3. Estando com a mente cheia da Palavra de Deus (Colossenses 3.16; Filipenses 4.8-9).
2.4.4. Andar continuamente no Espírito (Gálatas 5.16).
2.4.5. Manter comunhão constante com os irmãos (Salmos 133).
2.4.6. Evitar as más companhias (Salmos 1.1-2).

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2.5. O que fazer quando cairmos em tentação?

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Quando pecamos, nossa comunhão com Deus é interrompida até que:
2.5.1. Confessemos o nosso pecado a Ele e à pessoa  prejudicada,  se for o caso (Mateus 5.23-24);
2.5.2. Confiemos que o sangue de Jesus é suficiente para purificar o nosso pecado (I João 1.7 e 2.1).

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2.6. Conclusão

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 Não precisamos ficar carregando um fardo pesado pelos pecados cometidos.
 Uma vez confessado o pecado, devemos nos apropriar do perdão oferecido por Deus através do sangue de Cristo, e continuar a viver de tal maneira que Deus seja glorificado através de nossa vida.

Integração – 5. Salvação

1. Introdução

Certamente não há assunto mais importante e que mais alegre nossos corações do que aprendermos e comprovarmos na Bíblia Sagrada que ainda nesta vida podemos ter a certeza de que nossos nomes estão escritos no Livro da Vida e dali jamais serão apagados.

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2. A Criação

Gn 1.26-28.

Deus criou o homem para interagir com ele, para gozar Sua presença e viver em plenitude de alegria, de paz, de amor.

Rm 8.36 Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!

I Co 10.31 Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.

Sl 73.24-26

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3. A Queda

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Ler Gn 3.1-6

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Algumas questões se levantam:

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1. O pecado do homem foi ter tido relação sexual?

Não, no momento em que Deus criou o homem Ele determinou que este gerasse filhos e filhas e a única forma de cumprir esta determinação – pelo menos naquela época, em que não havia fertilização “in vitro” – era através de relação sexual.

Nota:  Se Deus determina que antes e fora do casamento não se deve ter relações sexuais, após este, Ele determina que o casal não deixe de ter (I Coríntios 7.5,6). O sexo não possui apenas o caráter de perpetuar a espécie, mas também o de dar prazer ao casal.  Recomendo a leitura de Cantares de Salomão.

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2. Se Deus sabia que o homem iria pecar, por quê o criou?

Porque Deus havia determinado, que mesmo a sua revelia, o sustentaria e o preservaria até que na plenitude dos tempos este fosse alcançado pelo Plano de Redenção e então, a partir daí, viveria para louvor da Sua glória, com seu coração transbordante de gratidão pela graça que lhe havia sido destinada.

Ap 13.8 …e adora-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

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3. Se Deus é o Todo-Poderoso, por quê Ele não destrói Satanás e os seus anjos de uma vez?

Para que o homem tivesse a possibilidade de optar.  Escolher entre o bem e o mal, entre a porta estreita e a larga.  Caso o mal já tivesse sido de todo extirpado, não haveria possibilidade de escolha para o homem pois só haveria o bem.  Obviamente, Deus deseja ser adorado de modo voluntário e não por falta de opção.

Deus deseja um povo santo, que conheceu o mal e optou por apartar-se deste, e não um povo ingênuo.

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4. A grande questão do pecado

Gn 5.1-3

Adão foi criado à semelhança de Deus, mas quando gerou seus filhos, o fez após a queda, gerando-os à sua semelhança, isto é, à semelhança do Adão decaído.  No momento da queda, toda a humanidade estava em Adão, herdando sua natureza decaída, rebelde, pecaminosa.

Portanto, o problema do homem não são os atos pecaminosos que pratica, mas sua natureza pecaminosa herdada de Adão.
Já nascemos em pecado.

Por isso o texto afirma:

Rm 3.23 pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,

Ninguém é justo naturalmente diante de Deus.  Todos nos tornamos culpados.

Rm 6.23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Sendo assim todos estávamos condenados a morte.

Quando Deus definiu o que era e o que não era pecado, Deus não desejava nos privar de coisas boas, de momentos de prazer e alegria, antes pelo contrário, o pecado é algo terrível que nos envergonha, entristece e nos conduz à morte.

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5. O plano de redenção

Jo 3.16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Jesus nasceu da virgem Maria, tendo sido gerado pela ação do Espírito Santo.  Em Jesus coexistiam duas naturezas: a humana, herdada de Maria, através da qual Ele poderia ser tentado e sentiria a fraqueza e angústia humana, e a natureza divina, oriunda do Espírito, que lhe possibilitou passar por toda a sua existência na Terra sem cair em qualquer pecado.
Desta forma, Ele não precisaria morrer, pois a morte é o preço, a conseqüência  do pecado.

No entanto:
Rm 5.8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

Cristo não precisava ter morrido.  A cruz era nossa.  Ele que não teve pecado, voluntariamente deu sua vida por nós.

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6. A crucificação

O Templo ficava dentro da cidade de Jerusalém.  Este era dividido em três partes: o Átrio exterior, o Santuário e o Santo dos Santos.  O Santuário e o  Santo dos Santos eram separados por um véu (apesar de ser conhecido como véu, tratava-se de um tecido forte, grosso e consistente, leia Ex 26.31-33).  No interior do Santo dos Santos, estava a Arca da Aliança, que representava a presença de Deus. Apenas o sumo sacerdote, uma única vez por ano podia entrar nessa parte, ali intercedia pelo povo e Deus se revelava a ele e manifestava sua vontade para o povo.

Era o maior dos privilégios entrar no Santo dos Santos, pois ali Deus estava presente e ali Ele se manifestava.  Porém apenas o sumo sacerdote podia faze-lo.  Havia um véu fazendo a separação entre Deus e as pessoas comuns.

O Monte Calvário ficava fora da cidade de Jerusalém e era usado para execuções de criminosos.

Mt 27.45-54

No instante em que Jesus Cristo expira na cruz do Calvário, lá em Jerusalém, no Templo, o véu se rasga de alto a baixo, abrindo definitivamente o acesso a Deus, através da cruz.

Vemos que a salvação não é uma questão de escolha de religião, mas apenas Jesus Cristo, que foi tentado em todas as coisas e não pecou em nenhuma, pode pagar o preço da minha e da sua dívida diante de Deus.

Ef 2.8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;
 9 não de obras, para que ninguém se glorie.

Somos salvos pela graça, jamais teríamos condição de alcançar o céu por justiça própria.

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7. A minha parte

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1. Devo crer

Jo 5.24 Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.

Ef 2.8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;
 9 não de obras, para que ninguém se glorie.

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2. Devo me arrepender e deixar os pecados

At 3.19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados,

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3. Devo testemunhar

Rm 10.9 Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.

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4. Devo tomar posse

Jo 1.12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;
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8. Nossa garantia

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Eu posso perder minha salvação?

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A Bíblia não nos autoriza a pensarmos assim de maneira nenhuma,  antes pelo contrário, ela afirma que por nós mesmos jamais seríamos salvos.  Nossa salvação é uma dádiva de Deus, é graça, e os dons de Deus são irrevogáveis.

Jo 10.27-29

Fp 1.6 Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.

I Jo 3.9 Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.

Jr 32.40 Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim.

Jo 5.24 Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.

Jo 6.37 Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.

Integração – 6. Santificação

“Mas como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.”
I Pedro 1.15

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1. CONCEITO

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 É o processo que transforma o convertido na imagem e semelhança de Jesus Cristo. Começa no momento da conversão e prossegue até o fim da vida.
 Diferença entre salvação e santificação: Você pode ouvir a pregação do Evangelho apenas uma vez e converter-se. Ou o terá ouvido durante anos antes que se dê a conversão. Mas há um momento de decisão, em que você entende o plano de salvação, arrepende-se e se rende a Cristo. Nesse momento você está salvo, convertido. E Deus o santifica, isto é, o separa.
 A santificação, todavia, prossegue. É um processo sem fim, de aperfeiçoamento, quando, através da Palavra e da comunhão, o crente vai conhecendo mais a pessoa de Cristo e se tornando mais parecido com Ele.

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2. A SANTIFICAÇÃO DEPENDE DO MEU ESFORÇO OU É UM ATO DE DEUS?

 As duas coisas.
 Paulo, escrevendo aos Tessalonicenses (I Ts 5.23), diz que Deus nos santifica, isto é, nos separa, nos purifica.

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Veja os seguintes textos:
• I João 1.7: “o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”
• I Coríntios 6.11: “mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
• João 17.17: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade.”

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 Estas considerações nos levam à conclusão de que devemos deixar-nos conduzir pelo Senhor na obra de santificação.
 Todavia, há necessidade do meu esforço para que esse processo se dê. “Somos colaboradores de Deus”. O texto de Efésios 4.17 até 5.2 é muito rico e bastante claro a respeito. Leia-o com atenção.

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 Pense na seguinte ilustração: um carro está atolado no barro. O esforço do motor não é suficiente para arrancá-lo do lugar: as rodas patinam e nada acontece. Você chama alguém para dar um empurrãozinho, e, com essa ajuda, acelera a máquina e o carro finalmente sai do atoleiro.

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 Guardadas as devidas proporções, assim se dá também com a santificação. Você faz a sua parte, e se deixa empurrar pelo Espírito Santo de Deus. Mais adiante surge outro obstáculo, e você usa o mesmo processo. Com a experiência, você vai aprendendo a se desviar dos atoleiros e a viagem se torna mais suave, ao mesmo tempo em que vai ajudando outros através da sua vida santificada.

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 Defeitos de caráter, vícios, pecados voluntários, falta de perdão, tudo isso é lixo e entulho, que deve ser removido da vida do crente pelo processo da santificação.

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 Em Provérbios 4.18, lemos que a “vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

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3. IDÉIAS ERRÔNEAS ACERCA DA SANTIFICAÇÃO

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Muitos cristãos descobrem o fato de que seu maior impedimento em chegar à santidade é a carne, a qual frustra sua marcha para a perfeição. Como conseguir a libertação da carne? Três opiniões erradas têm sido expostas:

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1. A erradicação
Se a erradicação da natureza pecaminosa se consumasse, não haveria morte física, pois esta é o resultado daquela natureza.

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2. O legalismo
A observância de regras e regulamentos. Paulo ensina que a Lei não pode santificar (Romanos 6), assim como também não pode justificar (Romanos 3). Paulo não está de nenhuma maneira depreciando a Lei. Para um homem ser salvo do pecado, terá que ser por um poder à parte de si mesmo. Sobre ele deve operar uma força à parte dele mesmo; e essa força é o poder do Espírito Santo.

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3. O ascetismo
Representa a tentativa de subjugar a carne para alcançar a santidade por meio de privações e sofrimentos – método que seguem algumas religiões. Esse método parece estar baseado na antiga crença pagã de que toda matéria, incluindo o corpo, é má. O corpo, por conseguinte, é uma trava ao espírito, e quanto mais castigado e subjugado, mais depressa se libertará o espírito. Isso é contrário às Escrituras, que ensinam que Deus criou tudo muito bem (Gênesis 1.31). É a alma e não o corpo que peca; portanto são os impulsos pecaminosos os que devem ser subjugados e não a carne material. Ascetismo é uma tentativa de matar o eu, mas o eu não pode vencer o eu. Essa é a obra do Espírito.

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4. CONCLUSÃO

Salmos 139.23,24 diz: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.”
Este deve ser o anseio diário do crente – a santificação, ficar mais parecido com Cristo. No que depender de mim, deve ser por amor a Ele, não por obrigação. Feito assim, é um processo suave e saudável, que enriquece não somente a nós, mas a todo o corpo de Cristo.

Integração – 7. Oração

“Oração é comunicação com Deus. É um diálogo entre duas pessoas que se amam mutuamente: Deus e o homem.”
Bill Bright

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Deus está interessado em tudo o que você faz. Assim sendo, a Bíblia também declara que Deus tem prazer na oração dos seus filhos. A oração (comunicação com Deus) é um dos grandes privilégios daqueles que já se tornaram filhos de Deus.

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1. PRECISAMOS APRENDER A ORAR

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Ler Lucas 11.1.

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2. ELEMENTOS DA ORAÇÃO

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2.1 Louvor ou adoração
É a expressão de puro amor a Deus. Mateus 6.9.

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2.2 Ação de graças
É o reconhecimento cheio de gratidão. I Tessalonicenses 5.18.

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2.3 Arrependimento e confissão
Apresentar o pecado específico a Deus. I João 1.9; Mateus 6.13-14.

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2.4 Intercessão
É a oração em favor de outras pessoas. I Timóteo 2.1; I Samuel 12.23; Jeremias 15.1.

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2.5 Petição
Consiste em apresentarmos nossos pedidos pessoais a Deus. João 16.23-24.

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2.6 Consagração
É o oferecimento de todo nosso ser a Deus. Isaías 6.8.

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3. PROPÓSITOS DA ORAÇÃO: POR QUE ORAR?

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1. Porque Jesus orava: Mateus 14.23; Mateus 26.36, 39, 44; João 17. 
2. Para glorificar a Deus: Salmo 148.1.
3. Para satisfazer nossas necessidades básicas: Hebreus 4.16; Salmo 42.1-2; Salmo 63.1.
4. Para obter respostas de Deus em situações específicas: Mateus 7.7-8.
5. Porque Deus se agrada de nossas orações: Provérbios 15.8.
6. Para obter vitória sobre as tentações: Mateus 6.13.
7. Para apresentar a Deus nossas preocupações: Filipenses  4.6, 7.

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4. SEGREDOS DA ORAÇÃO: COMO ORAR?

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1. Orar em nome de Jesus: João 14.13,14; I Timóteo 2.5; Hebreus 7.25.
2. Deuteronômio 18.9 e 14.
3. Confiar na intercessão do Espírito Santo: Romanos 8.26.
4. Ser específico: Filipenses 4.6; 1.3-11.
5. Ser perseverante: Lucas 11.5-8.
6. Orar com sinceridade e singeleza de coração: Mateus 6.5-8.
7. Analisar se não há obstáculos atrapalhando.

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5. QUANDO ORAR?

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1. Sempre (é a nossa atitude constante): I Tessaloni-censes 5.17.
2. Hora devocional (ver próximo estudo): Mateus 6.6.
3. Oração relâmpago: Neemias 2.4.
4. Orar publicamente: Atos 4.23-31.

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6. OBSTÁCULOS À ORAÇÃO

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1. Pedir sem fé: Tiago 1.5-7.
2. Pedir por motivos errados: Tiago 4.3.
3. Pecados não confessados: Salmo 66.18; Provérbios 28.13.
4. Usar repetições vazias: Mateus 6.7.
5. Orar para agradar pessoas: Mateus 6.5-8.
6. Ansiedade: Filipenses 4.6.
7. Problemas na vida familiar: I Pedro 3.7; I Timóteo 2.8.

Integração – 8. Testemunho

1. INTRODUÇÃO

Testemunho é uma declaração ou depoimento a respeito de um fato que você conhece. Mais que isso, uma prova, sinal ou demonstração de alguma coisa que aconteceu ou está acontecendo em sua vida.

Há um fato comum a todos os que se encontram com Cristo e se entregam a Ele: a transformação da vida. Esta mudança interior (e até exterior) não pode deixar de acontecer, sob pena de não ter sido autêntica a conversão. Em outras palavras: aquele que mentia, já não mente; quem usava a língua para difamar o próximo, já não o faz; a pontualidade nos compromissos passou a ser a regra; a tolerância e o amor ao cônjuge substituíram o azedume e os maus tratos; e assim por diante (II Coríntios 5.17).

Em resumo: o testemunho é com a palavra e com a vida; ambos são solidários e não podem estar dissociados.

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2. O QUE É TESTEMUNHAR?

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2.1 É uma ordem de Deus: Atos 1.8.
2.2 É um privilégio; somos embaixadores de Deus: II Coríntios 5.20.
2.3 É necessário, porque há multidões sem Cristo.
Jesus veio buscar e salvar o perdido: Lucas 19.10.
A situação da pessoa sem Cristo: Efésios 2.12.
Sempre haverá pessoas precisando de Jesus (fique atento!).
2.4 Faz parte do nosso crescimento espiritual.

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Somos usados por Deus como instrumento para a salvação e edificação de outros: 2 Timóteo 2.2.
É grande a alegria que sentimos ao ver pessoas perdidas sendo salvas e andando nos caminhos de Deus: 3 João 4.

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3. REQUISITOS FUNDAMENTAIS PARA TESTEMUNHAR

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3.1 Ter convicção da salvação:
I João 5.13: Não posso falar de algo que não é real para mim.
3.2 Ter vida limpa.
A maneira como vivo deve ser a expressão da fé e dos princípios em que creio e que defendo: Mateus 5.16.
3.3 Ter os pecados confessados:
I João 1.9.
3.4 Interceder pelas pessoas:
I Timóteo 2.1. Faça uma lista com o nome de pessoas que você deseja alcançar para Cristo e ore especificamente por eles.
3.5 Depender do Espírito Santo.
É Ele quem faz a obra: João 16.8.

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4. EMBARAÇOS AO TESTEMUNHO

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4.1 Pecados não confessados.
Deus não pode usar vasos sujos: Provérbios 28.13.
4.2 Acanhamento.
4.3 Desconhecimento da Palavra.
4.4 Falta de comunhão com Deus.

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5. PRINCÍPIOS PARA FORTALECER O TESTEMUNHO

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5.1 A apresentação do Evangelho deve ser clara, simples e compreensível.
5.2 Não discuta religião ou pontos de vista controvertidos.
Não entre em discussões desnecessárias. Tito 3.9.
5.3 A maneira de falar deve ser agradável, natural e pessoal.
Às vezes o que dizemos é certo, mas a maneira como o fazemos é errada e pode criar uma barreira ao Evangelho. I Pedro 3.15 e 16 e Colossenses 4.6.

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6.  SUGESTÕES PARA O SEU TESTEMUNHO

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1. Conte como era a sua vida sem Cristo (Efésios 2.1) e mencione os problemas que enfrentava antes da conversão.
• Seu espírito estava morto, sem comunicação com Deus. Não havia paz no coração.
• Sua alma era controlada por você mesmo. Suas decisões eram baseadas no que você pensava, e não na Palavra de Deus.
• Seu corpo sofria por causa das paixões e desejos. As pessoas sem Cristo muitas vezes se entregam à prática de vários tipos de vícios.

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2. Conte o que Jesus fez por você: Ele morreu e ressuscitou para lhe dar vida nova (I Pedro 2.24).

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3. Diga que não existe outro que possa fazer o mesmo por alguém. Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14.6. Somente Ele venceu a morte e, portanto, é o único que pode dar a vida.

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4. Conte qual foi o resultado em sua vida:
• Seu espírito foi vivificado, ganhou vida nova: Efésios 2.1;
• Conseqüentemente o seu corpo passou a ser habitação do Espírito Santo: I Coríntios 3.16;
• Os seus pensamentos, desejos e decisões (atributos da alma) passaram a ser controlados por Cristo.

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5. Desafie a pessoa a fazer a mesma coisa que você fez.

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7.  O QUE ACONTECE QUANDO TESTEMUNHAMOS?

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     Duas coisas podem acontecer:

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7.1 Reações negativas, como críticas, zombarias, gozação ou até mesmo perseguição: Atos 17.32 e 33; Atos 4.1-3.
7.2 Conversões: João 4.39-42; Atos 17.34 e 4.4.

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8.  CONCLUSÃO

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“O fruto do justo é arvore de vida e o que ganha almas é sábio.”
Provérbios 11.30

Integração – 9. Perdão de Deus

Umas das maravilhosas promessas de Deus que encontramos na Bíblia é a do perdão dos pecados.

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Veja o que diz 1 João 1.7:

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“Se, porém andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.”

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Perdão é como se Deus apagasse todos os nossos pecados escritos numa folha e nos desse essa folha em branco. Há os pecados que cometemos antes da conversão e há aqueles que cometeremos depois. E daí? Como fica nossa situação? Efésios 2.1-10 nos ajuda a resolver a questão.

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1. NOSSA SITUAÇÃO ANTES DA CONVERSÃO: Efésios 2.1-3.

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Estes versículos descrevem a vida da pessoa sem Cristo:

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1.1 “…éramos por natureza, filhos da ira, como também os demais.”
Todos temos uma natureza pecaminosa e cometemos pecados – Salmos 51.5; Salmos 58.3 e Romanos 3.10-23.

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1.2 Todos estão mortos nos delitos e pecados – verso 1.
Delito significa transgressão aos princípios de Deus.
Pecado é não atingir o padrão exigido por Deus.  

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1.3 O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado:
a) Pelos padrões do mundo, funcionando contra tudo o que é verdadeiro em Jesus Cristo;
b) Pelo príncipe da potestade do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e dos pensamentos: vida centralizada em si mesmo e independente de Deus.

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1.4 O fruto produzido por este tipo de vida – Gálatas 5.19-21.

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2. O QUE ACONTECE NA CONVERSÃO – Efésios 2.4-9

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2.1. A conversão acontece quando o homem se arrepende dos seus pecados e, pela fé, aceita aquilo que Deus fez em Cristo por ele.

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2.2. A nova vida é concedida por causa da misericórdia, amor e graça de Deus (vs. 4, 5).
As boas obras não valem nada para a salvação, porque, tendo a vida descrita nos vs. 1-3, não podemos fazer nada de bom (vs. 8, 9).
Deus nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais (vs. 6, 7). Isso implica que:

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a. Temos uma nova vida (2 Coríntios 5.17);
b. O passado ficou para trás. Não importa o que fomos, mas sim o que somos. Veja 1 Coríntios 6.9-11;
c. Todos os nossos pecados foram perdoados (Jeremias 31.34 e Salmos 103.12);
d. Temos uma nova posição em Cristo: somos filhos de Deus (João 1.12) e não mais filhos do diabo (João 8.44).

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3. A VIDA DEPOIS DA CONVERSÃO – Efésios 2.10.

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3.1 Somos feitura de Deus (no original, a palavra é poema), criados em Cristo Jesus.

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3.2 A vida nova é caracterizada por boas obras.

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a) Boa obra é tudo o que fazemos em Cristo.
b) A vida da pessoa sem Cristo não pode produzir boas obras do ponto de vista de Deus.

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3.3 Outras características da nova vida:

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a) É vida eterna (João 3.16);
b) Vida de vitória (I João 3.8);
c) Garantida por Deus (Tito 1.2);
d) É abundante: vale a pena ser vivida (João 10.10);
e) É selada com o Espírito Santo (Efésios 1.13, 14;  4.30);
f) É vida de dificuldades (Mateus 10.38; João 16.33);
g) Vida com a presença de Jesus: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mateus 28.18-20);
h) É vida de obediência total a Cristo (João 14.21).

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3.4  O fruto da nova vida (Gálatas 5.22-23).

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3.5 E daí? E a questão dos pecados, como é que fica?

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a) Conforme já vimos, nossos pecados anteriores à conversão foram perdoados, apagados pelo sangue de Cristo. Entretanto, há coisas no passado que precisam ser acertadas, tais como (veja se é o seu caso):

• Dívidas (Lucas 19.1-10 e Romanos 13.8);
• Ídolos: toda e qualquer ligação com as trevas precisa ser destruída (1 Tessalonicenses 1.98; 5.8 e Atos 19.18-19);
• Manter uma consciência limpa (1 Timóteo 1.18-20). Isso significa acertar a sua vida com as pessoas que você ofendeu. São coisas que, mesmo após a conversão, ainda estão gravadas na sua consciência;
• Toda atividade que fere diretamente princípios da Palavra de Deus deve ser abandonada.

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b) Depois da conversão:

• Continuamos com a natureza pecaminosa (Gálatas. 5.16-17), por isso trava-se uma batalha espiritual dentro de nós;
• O pecado (natureza velha e pecaminosa) não pode reinar sobre nós (Romanos 6.12);
• O plano de Deus é para que não pequemos mais (1 João 2.1).

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4. CONCLUSÃO

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Agradecemos a Deus porque Jesus carregou na cruz as nossas doenças, dores, transgressões e pecados (Isaías 53.4-5). Toda honra e glória damos a Jesus Cristo.

Integração – 10. A vontade de Deus

1. INTRODUÇÃO

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“Qual é a vontade de Deus para mim? O que é que Ele quer? Como posso saber com absoluta certeza qual é a vontade de Deus para a minha vida?”

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Um dos benefícios da salvação é a promessa de direção divina para as nossas vidas. Nós não precisamos ser vítimas da sorte ou do acaso, nem de horóscopos ou coisas semelhantes. Não dependemos também dos nossos limitados recursos para planejar o nosso futuro. Quando levamos Deus a sério, podemos ter a certeza de uma vida abundante e com propósito. Portanto, a finalidade deste estudo é ajudá-lo a conhecer e a aplicar a vontade de Deus em sua vida.

Este é um assunto fundamental e, infelizmente, sujeito a confusões, já que não existem regras fixas. Entretanto, há princípios importantes que podemos adotar para viver no “centro da vontade de Deus”.

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2. PARA QUE CONHECER A VONTADE DE DEUS?

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À luz da Bíblia, sabemos que fomos comprados por Jesus, mediante o Seu próprio sangue (Ap. 5:9), e assim Ele tornou-se não só nosso Salvador (Jo. 3:16 e 17), mas nosso Senhor (Fp. 2:9-11; Jo. 13:13). Isto implica um Evangelho com benefícios, mas também com responsabilidades, pois agora temos um novo dono (I Co. 6:19-20), cuja vontade está acima da nossa (II Tm. 2:4) e que, além disso, é boa, perfeita e agradável (Rm. 12:1-2).

Esta perspectiva afasta, portanto, a idéia que alguns têm sobre conhecer a vontade de Deus apenas por curiosidade, pois ela deve ser experimentada (Rm. 12:2) e praticada (Tg. 1:22-25; Lc. 12:47-48; Jo. 13:17).

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3. ABRANGÊNCIA DA VONTADE DE DEUS

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Crer em Jesus significa aceitar Seu senhorio (ou autoridade) sobre todo o nosso ser (espírito, corpo, intelecto, emoções, tudo). Se Ele não for Senhor de tudo, então não estará sendo Senhor. Cabe a nós nos rendermos a Ele em amor (Lc. 1:38).

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4. COMO CONHECER A VONTADE DE DEUS?

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4.1  Pela Palavra de Deus, que é a Sua vontade já revelada:

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a) Lei moral (Ex. 20:1-17; Mt. 22:34-40).
b) Ensinos de Jesus (Jo. 6:40; 15:12-14).
c) Doutrina dos apóstolos:
- vida santa e cheia do Espírito (Ef. 5:15-21);
- vida pura (I Ts. 4:3-8);
- vida de alegria, oração e louvor (I Ts. 5:16-18);
- vida de testemunho (I Pe. 2:15-16).

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4.2 Pela oração:

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Método pelo qual a vontade humana se alinha à vontade de Deus, desfrutando de Sua intimidade (Sl. 25:12-14). Por intermédio da oração, Abraão discernia a vontade de Deus e reconhecia a Sua voz: estava habituado a falar com Ele (Gn. 22:1-5;  Hb. 11:17-19;  Jo. 10:14 e 27).

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4.3 Pelo compartilhar:

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Ouvindo as experiências  dos  nossos irmãos e como eles foram atingidos por Deus (I Ts. 5:11).

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4.4 Pelas circunstâncias:

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Das quais Jesus também é Senhor, controlando-as soberanamente, para guardar-nos no caminho que Ele quer (Rm. 8:28).
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4.5 Estando dispostos a fazer o que já conhecemos a respeito da vontade de Deus:

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Pois é um ciclo: quanto mais conhecemos e praticamos Sua vontade, mais Deus nos revelará a respeito dela, para que mais a pratiquemos (Sl. 25:12-14).

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4.6 Não de lábios, mas de verdade, mesmo que contrarie o meu ponto de vista
(Jr. 42:1-12; 43:1, 2 e 7; Mt. 21:28-32).

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5. COMO CUMPRIR A VONTADE DE DEUS?

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O ponto de partida encontra-se em Sl. 40:8: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro em meu coração está a Tua lei.” Não por obrigação ou por conveniência, mas por gosto. Possivelmente passaremos por situações em que a vontade de Deus aparentemente não nos será agradável. Se, porém, obedecermos pela fé, veremos mais adiante que ela não só é agradável, mas também boa e perfeita (Rm. 12:2).

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5.1 Como podemos chegar ao ponto de nos agradarmos por fazer a vontade de Deus?

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a) Aprendendo com o Senhor (Sl. 143:10).
b) Tendo Sua lei no coração para discernir (Sl. 40:8; 119:11).
c) Perseverando (Hb. 10:36).

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5.2  Há promessas para os que a cumprem:

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a) Fazem parte da família de Jesus (Mt. 12:50).
b) Permanecem eternamente (I Jo. 2:17).

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5.3  Jesus nos deu o exemplo (Lc. 22:42; Jo. 5:30;  6:38-40).

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6. CONCLUSÃO

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Se sinceramente desejarmos fazer a vontade de Deus, não ficaremos confusos, pois, nem o cego (Is42:16-19) e nem o louco (Is 35:8) errarão o caminho santo.

Devemos buscar a vontade de Deus sempre. Sua orientação é tão preciosa para nós quanto as luzes enfileiradas à entrada do porto para as embarcações: o piloto sempre terá responsabilidade nas decisões que tomar, assim como nós, mas acertará se seguir as “luzes-guia”.
 
Quando tiver alguma dúvida, pergunte: “Em meus passos, que faria Jesus?”

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